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Copom eleva taxa Selic para 15% ao ano em meio a cenário de inflação acima da meta
Publicado 18/06/2025 • 18:36 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 18/06/2025 • 18:36 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (18), elevar a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, passando a Selic de 14,75% para 15% ao ano. A decisão reflete o ambiente de incerteza global e o persistente descompasso entre as expectativas de inflação e as metas estabelecidas pela autoridade monetária.
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Segundo o comunicado, o cenário internacional continua adverso, com destaque para as incertezas em torno da política econômica dos Estados Unidos e o acirramento das tensões geopolíticas. Internamente, indicadores de atividade e mercado de trabalho demonstram resiliência, embora com sinais de moderação no ritmo de crescimento. A inflação segue acima da meta, tanto em seus núcleos quanto na média cheia.
As expectativas de inflação do mercado para 2025 e 2026, conforme a pesquisa Focus, permanecem em 5,2% e 4,5%, respectivamente. No cenário de referência utilizado pelo Copom, a projeção para 2026 está em 3,6%. Diante desse quadro, o Comitê avalia que uma política monetária contracionista por período prolongado é necessária para garantir a convergência da inflação à meta.
O Copom destacou riscos tanto de alta quanto de baixa para a inflação. Do lado da alta, preocupam uma possível desancoragem prolongada das expectativas, resiliência na inflação de serviços e impacto inflacionário das políticas econômicas internas e externas. Entre os fatores de baixa, estão uma desaceleração doméstica ou global mais forte que o previsto e queda nos preços das commodities.
A elevação da Selic é considerada compatível com o esforço de conter a inflação. O Comitê sinaliza que poderá interromper o ciclo de alta para observar os efeitos do aperto monetário já implementado, mas afirma que manterá postura vigilante. Caso o cenário exija, o Copom poderá retomar os ajustes.
A decisão foi unânime e contou com os votos dos nove integrantes do Comitê, incluindo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
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