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Credores tomam ações de Tanure na Light e na Alliança Saúde
Publicado 08/02/2026 • 18:35 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 08/02/2026 • 18:35 | Atualizado há 3 horas
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Divulgação/Alerj
Credores do empresário Nelson Tanure assumiram participações relevantes na Light e na Alliança Saúde, informaram as companhias em fatos relevantes divulgados neste sábado (7). As posições eram detidas de forma indireta por Tanure, por meio de fundos e estruturas societárias.
Na concessionária de energia, a transferência ocorreu via Opus Fundo de Investimento em Participações, que passou a deter 9,9% do capital. O fundo informou que a movimentação não tem como objetivo alterar o controle ou a gestão da empresa e que pretende vender essa participação.
Na Alliança Saúde, o mesmo fundo chegou a 49,11% do capital social. Ao mesmo tempo, participações ligadas a Tanure foram reduzidas para menos de 7%, fazendo com que deixassem a condição de controladoras.
Leia também: Master: Toffoli bloqueia bens de Nelson Tanure, que nega elo societário com o banco
Além do Opus, o fundo Infratelco, da gestora Prisma Capital, tornou-se acionista relevante da Alliança, com 10,72%. Assim como o Opus, informou que estuda vender a posição no mercado.
Os dois fundos também comunicaram que passaram a ser credores da empresa de diagnósticos em R$ 477,16 milhões e que pretendem converter esse valor em ações em um futuro aumento de capital.
A Alliança acrescentou que outros veículos ligados a Tanure irão capitalizar R$ 55,45 milhões em adiantamentos para futuro aumento de capital.
Procurado, o empresário não comentou as execuções de garantias.
As movimentações acontecem enquanto Tanure enfrenta medidas judiciais no Supremo Tribunal Federal. Em janeiro, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou o bloqueio de bens do empresário a pedido da Procuradoria-Geral da República.
Segundo decisão citada em reportagens, a investigação está ligada a apurações sobre fraudes no Banco Master, liquidado pelo Banco Central do Brasil em novembro. A Polícia Federal apontou indícios de que Tanure teria atuado como sócio oculto da instituição financeira por meio de fundos e estruturas societárias complexas, o que ele nega.
O empresário também foi alvo de buscas na Operação Compliance Zero, que apura o uso de fundos para supostas fraudes ligadas ao banco.
Nos últimos anos, Tanure figurou como investidor em empresas como Prio, Gafisa, além da própria Light e da Alliança. Em ciclos anteriores, teve participação relevante na operadora Oi e controlou o antigo jornal Gazeta Mercantil, além do Jornal do Brasil.
Para o mercado, a execução de garantias e a entrada de novos acionistas em empresas listadas adicionam incerteza ao quadro societário de ativos relevantes de infraestrutura e saúde, justamente em um momento em que investidores monitoram com lupa governança corporativa e riscos regulatórios.
A redação do Times Brasil – Licenciado Exclusivo entrou em contato com a assessoria de Nelson Tanure, mas ainda não havia recebido um retorno até o fechamento da matéria.
(*matéria em atualização)
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