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DECISÃO 2026: mitos e verdades sobre o processo eleitoral, segundo o TSE
Publicado 11/10/2026 • 06:30 | Atualizado há 5 horas
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Publicado 11/10/2026 • 06:30 | Atualizado há 5 horas
KEY POINTS
Foto: divulgação TSE
DECISÃO 2026: mitos e verdades sobre o processo eleitoral
A circulação de notícias falsas sobre as eleições pode gerar dúvidas entre os eleitores, principalmente quando conteúdos enganosos ganham força nas redes sociais. Para ajudar a população a identificar informações confiáveis, a Justiça Eleitoral mantém o Fato ou Boato, uma plataforma que reúne checagens e esclarece questionamentos sobre o processo eleitoral.
Atualizada para as Eleições 2026, a ferramenta busca facilitar o acesso a informações verificadas e orientar os cidadãos sobre como reconhecer possíveis sinais de desinformação. A iniciativa faz parte do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.
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Antes de compartilhar uma informação sobre a Justiça Eleitoral, o eleitor deve verificar se outros veículos de comunicação também publicaram a notícia. A ausência de registros em fontes confiáveis pode ser um motivo para investigar a origem do conteúdo.
É importante ler o texto completo, sem tirar conclusões apenas pelo título. Chamadas sensacionalistas podem omitir informações relevantes ou apresentar interpretações distorcidas dos fatos.
Outro cuidado envolve a identificação do site responsável pela publicação. Endereços eletrônicos suspeitos, erros de ortografia e datas incompatíveis com os acontecimentos podem indicar problemas na credibilidade do conteúdo.
Esses sinais, porém, não comprovam isoladamente que uma notícia seja falsa. Por isso, o ideal é comparar as informações com fontes oficiais e consultar serviços especializados em checagem.
A plataforma reúne conteúdos produzidos por dez agências que integram a rede nacional de verificação de informações relacionadas ao processo eleitoral.
Entre as organizações participantes estão AFP, Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere, além de outra agência integrante da rede. Cada conteúdo apresenta o selo da agência responsável pela verificação, permitindo que o eleitor identifique a origem da checagem.
A página também disponibiliza materiais sobre a segurança da urna eletrônica e o funcionamento do sistema eletrônico de votação. O canal da Justiça Eleitoral no YouTube publica vídeos com esclarecimentos sobre conteúdos que viralizam nas redes sociais.
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Siga o Times | CNBCA Justiça Eleitoral reformulou a página Fato ou Boato para ampliar o acesso da população a informações verificadas durante o ciclo eleitoral de 2026.
A atualização incluiu uma nova identidade visual e melhorias tecnológicas. Com as mudanças, a navegação e o gerenciamento dos conteúdos ficaram mais ágeis. A instituição também aprimorou mecanismos de proteção e o desempenho da plataforma.
A iniciativa busca facilitar a consulta às verificações publicadas e fortalecer a divulgação de informações confiáveis sobre o processo eleitoral.
Além do Fato ou Boato, a Justiça Eleitoral desenvolve outras medidas para combater conteúdos falsos ou enganosos. Uma delas é o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), que permite comunicar anonimamente informações falsas, enganosas ou fora de contexto que possam afetar a integridade das eleições.
A instituição também estabeleceu planos de conformidade para as Eleições 2026, com medidas de transparência, prevenção de riscos e acompanhamento das ações de provedores de internet, como Google, Kwai, LinkedIn, Mercado Livre, Meta, OpenAI, Telegram, TikTok e X.
Outra iniciativa é o conselho consultivo instituído pela Portaria-TSE nº 495/2026. O grupo reúne especialistas de diferentes áreas para discutir estratégias de enfrentamento à desinformação e ao uso indevido da inteligência artificial, fatores que podem afetar a normalidade das eleições gerais de 2026.
Os eleitores podem acessar a página oficial do Fato ou Boato para consultar checagens e esclarecer dúvidas sobre o processo eleitoral.
A recomendação é recorrer à plataforma quando surgir uma informação sobre urnas eletrônicas, votação ou decisões da Justiça Eleitoral. Antes de compartilhar mensagens nas redes sociais ou em aplicativos de conversa, o cidadão deve verificar a origem do conteúdo e buscar fontes confiáveis.
Dessa forma, a iniciativa contribui para reduzir a propagação de notícias falsas e ampliar o acesso a informações verificadas sobre o processo eleitoral durante as Eleições 2026.
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