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Delivery amadurece e refeição fora de casa cresce 32,75% em SP
Publicado 19/02/2026 • 13:20 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 19/02/2026 • 13:20 | Atualizado há 3 semanas
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Após o pico da pandemia, São Paulo redefine seus hábitos de alimentação: o delivery se consolida e o consumo em restaurante volta a crescer.
Comer fora de casa nunca foi tão plural. Entre o aplicativo, o restaurante e a cozinha de casa, o brasileiro vem construindo um novo padrão alimentar: mais flexível, equilibrado e conectado à rotina híbrida de trabalho. A refeição que antes era feita quase exclusivamente no escritório ou entregue por delivery durante a pandemia, hoje, reflete um consumidor que busca tanto conveniência quanto convivência.
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Um levantamento da Pluxee, líder global em benefícios e engajamento para colaboradores, sobre consumo em delivery e fora do lar em São Paulo entre 2020 e 2025, revela como o comportamento dos moradores mudou nos últimos anos. O canal de delivery, que viveu seu auge em 2021 com 16,66% de participação, vem se estabilizando e registra 7,73% em 2025. Mesmo assim, o hábito se consolidou: o número de consumidores que pedem comida mais de três vezes por mês quase dobrou, passando de 24% para 45%.
A presença de estabelecimentos com delivery na região também ganhou força: em 2019, menos de 1% oferecia esse canal; hoje, 18% já contam com o serviço. O avanço foi mais forte nos bairros residenciais, que passaram de 40,5% para 47,2% do total, um reflexo direto da consolidação do home office e do modelo híbrido de trabalho.
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“O que vemos é um consumidor paulistano mais flexível e consciente, que aprendeu a integrar o digital ao físico de forma complementar. O delivery segue consolidado, mas o consumo presencial cresceu cerca de 32,75% em 2025, superando o avanço do delivery (27,94%), retomando seu protagonismo e reforçando o papel social e econômico dos restaurantes na rotina do trabalhador”, ressalta Antonio Alberto Aguiar (Tombé), Diretor de Estabelecimentos da Pluxee.
Outro levantamento da companhia, sobre hábitos de consumo, realizada em junho de 2024, ouviu 2.000 trabalhadores e revelou que quem recebe vale-refeição tende a almoçar fora com mais frequência, especialmente durante o expediente. Enquanto 34% dos beneficiários fazem suas refeições fora de casa no horário de trabalho, apenas 22% dos que não possuem benefício alimentação fazem o mesmo, sendo mais associadas a momentos de lazer.
Apesar disso, três em cada quatro beneficiários afirmam que o valor do benefício não cobre o mês inteiro, o que os leva a buscar alternativas para complementar o gasto: 49% usam cartão de crédito, 44% débito e 32% recorrem a marmitas de casa. O dado mais preocupante, porém, é que 9% dos entrevistados já deixaram de almoçar por falta de recursos.
Um estudo mais recente da Pluxee, realizado em setembro de 2025 com 800 consumidores, mostra que 37% dos trabalhadores híbridos ou presenciais levam marmita de casa e 28% preferem almoçar em restaurantes de bairros comerciais, enquanto 56% dos que estão em casa preparam a própria comida e apenas 14% recorrem frequentemente ao delivery.
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