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Dólar retoma a trajetória de alta de 0,66% e fecha a R$ 5,8905 para venda
Publicado 15/04/2025 • 18:27 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 15/04/2025 • 18:27 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
O dólar aprofundou o ritmo de queda no mercado local ao longo da tarde desta quinta-feira (17), em sintonia com o movimento das divisas emergentes no exterior e a ampliação dos ganhos do petróleo
O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (15) em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,8905 para venda e a R$ 5,8885 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8335 e a máxima de R$ 5,9035.
Frente a moedas globais, o dólar retomou sua trajetória de alta, após cinco sessões consecutivas de queda, com o DXY, que mede a variação da moeda norte-americana ante uma cesta de seis pares fortes, voltando à marca dos 100 pontos. A recuperação da moeda americana foi impulsionada por dados acima das expectativas de atividades nos EUA e pelo fôlego robusto ante o euro após deterioração do índice de expectativas econômicas na Alemanha.
O índice DXY subiu 0,51%, para 100,151 pontos. A moeda americana se valorizava para 143,20 ienes, enquanto o euro recuava para US$ 1,1287 e a libra esterlina era negociada em alta, a US$ 1,3227.
De acordo com analistas do Deutsche Bank, o dólar já acumulou queda superior a 9% desde a máxima em 52 semanas, registrada em janeiro. Para o banco, o maior risco de longo prazo é que o “bate-boca” de Trump com parceiros comerciais acabe minando a confiança internacional na moeda como reserva global.
Apesar da recente fraqueza, o dólar ainda é negociado cerca de 20% acima da sua média histórica em relação a outras moedas fortes, diz o economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius.
Na avaliação de Francesco Pesole, analista do ING, o euro parece sobrecomprado e ligeiramente sobrevalorizado frente ao dólar, mas ainda há espaço para que a moeda europeia amplie seus ganhos. “A alta liquidez do euro deve permitir que ele continue absorvendo a fuga de capitais dos ativos seguros denominados em dólar”, disse.
Pesole destaca ainda que a taxa de câmbio entre o dólar americano e o dólar canadense segue pressionada pelas incertezas nos mercados dos EUA. A cotação está cerca de 2% abaixo do seu valor justo de curto prazo. “Isso está completamente alinhado com o prêmio de risco idiossincrático no dólar devido à recente turbulência”, afirma.
Na Argentina, após a flexibilização de parte das regras cambiais, a taxa de câmbio oficial estava em 1.233,40 pesos nesta terça-feira, segundo o Ámbito Financiero. Quanto ao dólar Banco Nación, a moeda no varejo estava sendo negociada a 1.230 pesos, ante a banda de 1.000 a 1.400 pesos argentinos.
*Com informações da Dow Jones Newswires
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