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Copom deve manter Selic em 15% e estender juros altos até 2026, analisa estrategista da Warren
Publicado 28/07/2025 • 14:18 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 28/07/2025 • 14:18 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve anunciar na quarta-feira (30) a manutenção da taxa básica de juros em 15% ao ano, interrompendo um ciclo de sete altas consecutivas. A análise é do estrategista-chefe de macroeconomia e dívida pública da Warren Investimentos, Luis Felipe Vital.
“A comunicação do Banco Central foi muito clara no sentido de que o ciclo de altas acabou e a taxa será mantida em um nível bastante restritivo por um período prolongado”, disse o especialista, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta segunda-feira (28).
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Segundo Vital, a autoridade monetária faz uma pausa para observar os efeitos do aperto monetário já promovido, um aumento de 450 pontos-base desde o segundo semestre do ano passado. “Existe uma defasagem entre a decisão e os efeitos na economia. O BC está esperando para ver qual será o impacto antes de dar os próximos passos”, explicou.
Para ele, o principal debate no mercado agora gira em torno de quando os cortes começarão, o que pode ocorrer apenas a partir de 2026.
O cenário de incertezas, incluindo a política fiscal interna e o ambiente externo, com destaque para as tarifas de Donald Trump e a política monetária nos EUA, sustenta a projeção da Warren de que os cortes só virão após o primeiro trimestre de 2026.
“As expectativas de inflação seguem desencoradas. A maior parte do mercado não acredita que o BC vá cumprir a meta em 2026. Isso, somado a uma desaceleração econômica lenta, adia o início do afrouxamento monetário”, disse.
Apesar de outros países, como Estados Unidos, China e Europa, já indicarem cortes nos juros, Vital acredita que o Brasil ainda precisa manter cautela. “Mesmo com fatores positivos como a queda do dólar e possíveis acordos tarifários, ainda há uma distância considerável até o centro da meta de inflação. O BC brasileiro está comprometido com sua credibilidade e isso exige prudência na hora de reduzir os juros.”
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