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Fazenda espera continuidade dos cortes na Selic mas não faz pressão sobre Copom, diz Durigan
Publicado 27/04/2026 • 21:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/04/2026 • 21:15 | Atualizado há 2 meses
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Foto: Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira (27), que a expectativa da equipe econômica é de continuidade no ciclo de cortes da taxa básica de juros pelo Comitê de Política Monetária. O colegiado vai se reunir entre terça (28) e quarta-feira (29) para decidir o rumo da Selic.
Durigan participou de uma reunião com banqueiros na parte da manhã para discutir o novo programa de renegociação de dívidas proposto pelo Governo Federal. Após o encontro, falou aos jornalistas.
Questionado sobre a possibilidade de a Fazenda ter solicitado ao Banco Central a manutenção da trajetória de queda dos juros, ele negou qualquer interferência.
“Eu não faço pedidos ao Copom. Eu acho que a gente tem que olhar que os dados têm vindo robustos na economia brasileira, com a inflação sob controle. A gente, inclusive nas medidas que estão sendo adotadas com muito rigor, seja no tempo, seja no volume do impacto da guerra principalmente nos combustíveis, tem gerado essa possibilidade de mitigar aumentos de preços no País. Então, a expectativa é que a gente siga tendo os cortes como anunciado, mas aqui não é um pedido para o Copom”, declarou.
Na mesma coletiva, o chefe da pasta anunciou que a medida do governo Federal para reduzir o endividamento das famílias deve ser anunciada ainda nesta semana pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele afirmou que o programa pode apresentar descontos de até 90% em dívidas do cartão de crédito, cheque-especial e crédito pessoal.
O ministro afirmou que se reuniu com os presidentes e CEOs de bancos públicos e privados nesta segunda-feira para, junto deles, acertar os detalhes da medida. Ele deve reunir as opiniões dos executivos no encontro e entregá-las a Lula ainda nesta segunda, antes de apresentar o programa final.
A ideia é reduzir os porcentuais cobrados pelos instrumentos mais caros e oferecer um novo financiamento destas dívidas. O programa deve apresentar medidas estruturantes, como o compromisso das instituições financeiras de oferecer crédito a taxas melhores e iniciativas de educação financeira, além de restrição às apostas.
Durigan afirmou que a proposta foi bem recebida pelos banqueiros. “Também com o compromisso dos bancos de ter boas práticas, seja na oferta de crédito futuro, de crédito novo às famílias, seja do ponto de vista de educação financeira”, avaliou.
O FGTS poderá ser usado para abater os débitos, com um saque limitado dentro do programa. “O programa vem em um momento de uma taxa de juros oficial. Na perspectiva de ter cortes, é importante que as famílias se aproveitem da redução”, disse Durigan.
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