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Galípolo: “Banco Central é uma instituição que não está disponível para negociar o seu mandato”
Publicado 09/04/2026 • 09:56 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 09/04/2026 • 09:56 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, durante palestra de abertura da sexta edição do LIFT Day, em Brasília.
“O Banco Central é uma instituição que não está disponível para negociar o seu mandato”, afirmou o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, nesta quinta-feira (9), ao defender a conclusão do processo de autonomia da instituição.
Durante Prêmio Top 5 2025, em São Paulo, que reconhece os vencedores da pesquisa Focus, Galípolo destacou que a independência do Banco Central é essencial para tomar decisões corretas para o país, sem interferências ou punições a quem cumpre seu papel.
Leia também: Master: Na CPI, Galípolo defendeu sigilo sobre liquidação do banco, que só tinha 10% para pagar CDBs
“Às vezes a palavra autonomia precisa de um rebranding [atualização de imagem, reposicionamento de marca], porque parece que estamos virando as costas para a democracia. Mas é importante completar o processo, não por comportamento, mas porque a autonomia é cara ao Banco Central”, disse.
Galípolo afirmou que a autonomia do BC exige “firmeza e coragem institucional”. “Significa, quando houver algo errado, ter a coragem de apontar o que está errado dentro do Banco Central e, se necessário, ‘cortar na carne’, porque isso fortalece a institucionalidade, independentemente de relações pessoais”, disse.
Galípolo também defendeu o Boletim Focus, apontando que sua utilidade vai além das projeções econômicas. “O Focus é uma fotografia de como os agentes econômicos percebem o futuro. E essas percepções são inputs fundamentais para a política monetária”, disse, ressaltando que divergências de opinião, tanto dentro do mercado quanto dentro do próprio BC, contribuem para decisões mais robustas.
“Temos orgulho do Focus e esperamos conseguir um arcabouço institucional mais adequado para apoiar o trabalho do Banco Central”, concluiu.
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