Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
O “azedume” econômico: a guerra da carne
Publicado 16/01/2026 • 14:02 | Atualizado há 8 meses
Preço do diesel atinge recorde histórico, enquanto as guerras na Ucrânia e no Irã paralisam refinarias
LeBron James anuncia parceria com a Polymarket
Trump aumenta pressão sobre Warsh às vésperas de possível alta dos juros pelo Fed
Com chip chinês, o novo ‘robô pato’ da Hugging Face explodiu em vendas
O capitalismo de Estado de Trump chega ao setor petrolífero com acordo sem precedentes com a Venezuela
Publicado 16/01/2026 • 14:02 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Montagem
Em julho do ano passado, 2026 foi batizado oficialmente como o Ano da Cultura e do Turismo Brasil-China. Enquanto a cultura tenta unir, a economia das commodities enfrenta um teste de estresse.
A China impôs uma tarifa de 55% sobre a carne bovina importada que ultrapassar a cota de 1,106 milhão de toneladas em 2026.
Para tentar “adoçar” a relação e salvar a receita do setor — que corre o risco de perder US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16,26 bilhões, na cotação atual) neste ano (2026) —, o governo brasileiro deve apresentar uma proposta estratégica: assumir as cotas de outros países que não conseguirem cumprir suas metas de exportação para a China.
O Brasil vendeu 1,5 milhão de toneladas para Pequim em 2025. Se a proposta de remanejamento de cotas não avançar, cerca de 30% da produção brasileira destinada ao maior cliente do país será sobretaxada, o que pode gerar um efeito cascata de desestímulo ao investimento no campo e queda na arrecadação tributária.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia também:
Frente do agro pede ‘reação’ à taxação chinesa
Faesp: crédito rural em 22% é inviável para o Agro
Outro ponto de atenção para o “Ano da Cultura” é o financiamento. Levantamentos indicam que empresas brasileiras que lucram bilhões exportando para a China ainda são resistentes em patrocinar projetos via Lei Rouanet. De mais de 134 mil projetos inscritos, apenas 79 tinham a China como tema, captando somente R$ 17,8 milhões.
Analistas alertam que, sem o engajamento das grandes mineradoras, petroleiras e frigoríficos na destinação de até 4% do IRPJ para o intercâmbio cultural, o ano de 2026 corre o risco de se resumir a apresentações diplomáticas restritas a Brasília e São Paulo, perdendo a oportunidade de uma integração profunda com as províncias chinesas.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente