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Pix terá novas regras para devolução em casos de golpe a partir de outubro
Publicado 29/08/2025 • 13:43 | Atualizado há 10 horas
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Publicado 29/08/2025 • 13:43 | Atualizado há 10 horas
KEY POINTS
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo.
Pix é o pagamento instantâneo brasileiro.
O Banco Central publicou nesta quinta-feira (28) uma resolução que altera as regras do Pix para aprimorar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). A partir de 1º de outubro, vítimas de fraudes, golpes ou coerção poderão registrar a contestação diretamente no aplicativo do banco, sem precisar entrar em contato com centrais de atendimento.
Segundo o BC, o autoatendimento digital vai dar mais agilidade ao processo e aumentar a chance de que ainda haja saldo na conta do fraudador, possibilitando a devolução.
Outra mudança relevante começa em 23 de novembro: será possível fazer a devolução de valores a partir de outras contas para onde o dinheiro tenha sido transferido, e não apenas daquela que recebeu o Pix inicialmente.
Até hoje, a devolução só ocorre a partir da conta usada na fraude, mas criminosos geralmente esvaziam rapidamente esse saldo, dificultando a recuperação. Com o novo modelo, o MED poderá mapear o caminho dos recursos e permitir a devolução em até 11 dias após a contestação.
Essa funcionalidade será opcional até fevereiro de 2026, quando passa a ser obrigatória para todas as instituições participantes do Pix.
De acordo com o Banco Central, o compartilhamento de informações entre bancos deve:
“O BC espera que, com essa medida, aumente a identificação de contas usadas para fraudes e a devolução de recursos, desincentivando fraudes”, informou a instituição em nota.
Criado em 2021, o Mecanismo Especial de Devolução é acionado quando há comprovação de fraude ou erro operacional da instituição financeira. Ele não se aplica em casos de desacordos comerciais, conflitos entre terceiros de boa-fé ou quando o próprio pagador erra ao digitar a chave do destinatário.
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