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EXCLUSIVO: uso de celular no trânsito dispara número de infrações graves, aponta levantamento

Publicado 26/11/2024 • 16:38 | Atualizado há 4 meses

Henrique Almeida, do Times Brasil | CNBC

KEY POINTS

  • Distração causada pelo celular foi a segunda maior responsável por mortes no trânsito, com 1.503 vítimas fatais registradas em 2021, segundo o Atlas de Acidentalidade do Trânsito Brasileiro.
  • Infrações como uso de celular ao volante, excesso de velocidade e falta de cinto de segurança cresceram 33% em 2024 em comparação ao mesmo período de 2023.
  • Além do uso de celular, o excesso de velocidade registrou alta de 32% em autuações, enquanto a falta de cinto de segurança subiu 33%.
Uso de celular ao volante é principal fator no aumento de infrações graves, aponta levantamento

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Intel Free Press

Infrações como uso de celular ao volante, excesso de velocidade e falta de cinto de segurança cresceram 33% em 2024 em comparação ao mesmo período de 2023, segundo dados da startup Zapay.

Entre essas infrações, o uso do celular registrou o maior aumento, com alta de 36%, consolidando-se como uma das principais causas de acidentes fatais no trânsito brasileiro.

A empresa analisou mais de 1 milhão de autuações para chegar aos números, destacando que o uso do celular é considerado uma infração gravíssima, punida com multa de R$ 293,47 e sete pontos na CNH.

Além disso, a distração causada pelo celular foi a segunda maior responsável por mortes no trânsito, com 1.503 vítimas fatais registradas em 2021, segundo o Atlas de Acidentalidade do Trânsito Brasileiro.

Letalidade no trânsito aumenta preocupação

O crescimento dessas infrações coincide com a campanha do Dia Nacional em Memória às Vítimas de Trânsito, celebrada no terceiro domingo de novembro. Além do uso de celular, o excesso de velocidade registrou alta de 32% em autuações, enquanto a falta de cinto de segurança subiu 33%.

Ambas figuram entre as principais causas de mortes, com dados da Polícia Rodoviária Federal indicando que, em 2024, 569 pessoas perderam a vida pelo uso incorreto do cinto, uma morte a cada 11 horas no país.

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