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Golpes financeiros estão evoluindo; saiba como se proteger

Publicado 03/01/2026 • 16:00 | Atualizado há 1 dia

KEY POINTS

  • O avanço da inteligência artificial e a digitalização acelerada dos meios de pagamento transformaram o cenário dos crimes financeiros.
  • Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o analista jurídico e comentarista Fabiano Rosa detalhou os desafios regulatórios e tecnológicos para o novo ano.

O avanço da inteligência artificial e a digitalização acelerada dos meios de pagamento transformaram o cenário dos crimes financeiros, exigindo uma evolução proporcional nas estratégias de compliance.

Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o analista jurídico e comentarista Fabiano Rosa detalhou os desafios regulatórios e tecnológicos para o novo ano, alertando que a segurança do sistema depende tanto de algoritmos sofisticados quanto da conduta elementar dos usuários.

A evolução do risco: do tráfico de drogas ao cibercrime

Fabiano Rosa contextualiza que o sistema de proteção financeira global, estruturado inicialmente para combater a lavagem de dinheiro oriunda do narcotráfico e do terrorismo, enfrenta agora uma fronteira digital muito mais complexa.

Segundo o analista, o surgimento de criptoativos e a popularização de sistemas como o Pix deslocaram o foco das autoridades para a segurança cibernética e a proteção do consumidor final.

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“Quando analisamos os riscos de governança corporativa e o compliance, as fraudes e os crimes praticados no ambiente digital ocupam hoje o primeiro lugar na preocupação dos bancos. Estamos diante de um grande risco com o surgimento de novas tecnologias e criptoativos, o que gera a necessidade premente de proteção do sistema e dos consumidores que realizam a maior parte de suas transações através de meios digitais”, explicou Rosa.

Inteligência Artificial e a regulação das fintechs

O comentarista destacou que o equilíbrio entre inovação e controle é o grande desafio das instituições reguladoras, como o Banco Central. Ele citou a “Operação Carbono Oculto” como um marco que evidenciou a necessidade de maior rigor sobre as fintechs, que agora devem fornecer informações detalhadas sobre o fluxo de dinheiro de ponta a ponta, abandonando o antigo modelo de “conta-bolsão“.

“O desafio atual é fazer com que a inteligência artificial trabalhe a favor da segurança das transações e dos consumidores, em vez de potencializar os riscos. No Brasil, o que percebemos com a mudança do marco regulatório é a preocupação do agente regulador em compatibilizar eficiência e performance com capacidade de fiscalização“, analisou.

“A palavra-chave no compliance financeiro é a capacidade de processamento de dados; em um país com bilhões de transações via Pix, o uso de algoritmos e metadados é o único caminho para promover a proteção efetiva do usuário”, afirmou o analista jurídico.

O “Fator Humano” e a lição do Museu do Louvre

Ao comentar um recente incidente de segurança no Museu do Louvre, onde a senha interna do sistema foi exposta por ser excessivamente simples, Fabiano Rosa traçou um paralelo com a segurança financeira pessoal. Ele enfatizou que, independentemente da sofisticação tecnológica, o “bom senso” continua sendo a barreira mais eficaz contra invasões e golpes.

“Muitas vezes, pensamos que os melhores mecanismos de segurança são apenas as últimas inovações tecnológicas e esquecemos que a segurança parte da nossa conduta cotidiana. A forma como manejamos meios de pagamento, como renovamos senhas de aplicativos e a cautela ao não clicar em links suspeitos são medidas elementares. No caso do Louvre, faltou uma grade física e uma senha robusta; para muitos usuários, falta o cuidado básico de não expor seus ativos a riscos evitáveis. A palavra de ordem para 2026 é atenção absoluta“, concluiu Fabiano Rosa.

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