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Governistas contestam votação da CPMI e tentam anular quebra de sigilo de Lulinha

Publicado 26/02/2026 • 17:34 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Governistas vão protocolar pedido para anular a votação da CPMI que aprovou a quebra de sigilo de Lulinha e do Banco Master.
  • Divergência envolve a contagem de votos na votação simbólica, com disputa sobre o peso de titulares e suplentes.
  • Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ouvirá oposição antes de decidir sobre eventual suspensão ou anulação da decisão.

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Lulinha

Integrantes do governo na CPMI do INSS anunciaram que vão protocolar, nesta quinta-feira (26), um pedido para anular a votação que aprovou requerimentos de quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e do Banco Master.

A votação foi proclamada pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), e gerou tumulto no colegiado. Após o anúncio do resultado, a sessão foi interrompida. Em seguida, parlamentares governistas se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na Residência Oficial, para pedir a reversão da decisão.

Leia também: CPI do INSS pede quebra de sigilo de Lulinha

Segundo relatos de participantes, Alcolumbre ouviu os argumentos de forma institucional e informou que também ouvirá a oposição antes de avaliar o caso em conjunto com a advocacia do Senado.

Em nota, o gabinete da presidência do Senado informou que parlamentares comunicaram considerar que houve irregularidade na votação e que pretendem recorrer formalmente para que a decisão seja suspensa e anulada. O texto acrescenta que cabe ao presidente analisar a admissibilidade do pedido quando ele for protocolado.

A bancada governista sustenta que, no momento da votação simbólica, havia 21 membros presentes na comissão. De acordo com esse grupo, 14 parlamentares teriam se manifestado pela rejeição dos requerimentos. Viana, por sua vez, afirmou que apenas sete dos votos contrários seriam de titulares, o que não seria suficiente para alterar o resultado.

A divergência provocou troca de acusações e clima de tensão na comissão. A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) afirmou que tomará providências e classificou a condução da votação como irregular.

Nos bastidores, governistas avaliam que há tempo para eventual revisão da decisão antes que os requerimentos de quebra de sigilo sejam efetivamente processados pela comissão.

Leia também: Após quebra de sigilo de Lulinha, CPMI do INSS convoca André Moura

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que a bancada pretende recorrer da decisão e cobrou que o presidente da comissão coloque em votação requerimentos apresentados por parlamentares governistas.

Wagner também declarou que não há objeção a eventual depoimento de Lulinha, mas defendeu equilíbrio nos trabalhos da CPMI. Segundo ele, a condução da pauta tem favorecido a oposição.

O senador ainda afirmou conhecer o filho do presidente Lula e disse que ele tem padrão de vida “modesto”.

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