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Governo e Eletrobras estão perto de acordo para encerrar litígio
Publicado 05/12/2024 • 17:14 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 05/12/2024 • 17:14 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A Eletrobras e o Governo Federal estão próximos de concluir um acordo que pode encerrar o impasse judicial relacionado à privatização da companhia, trazendo mudanças significativas para a governança corporativa da maior empresa de energia elétrica da América Latina.
As negociações, que avançaram substancialmente nos últimos dias, envolvem um entendimento para atender a demandas da União sem comprometer a estrutura acionária da empresa, segundo informações do Valor Econômico.
Uma das principais alterações propostas prevê a ampliação da representação da União no Conselho de Administração da Eletrobras.
Atualmente, o governo possui apenas um representante, mas o acordo permitiria a nomeação de três conselheiros em um colegiado composto por dez membros.
Apesar de deter cerca de 40% do capital da companhia, o poder de voto da União permaneceria limitado a 10%, conforme estabelecido no modelo de privatização.
Outro ponto central nas negociações, conforme apurado pelo Brazil Journal, é a manutenção da União como garantidora de uma dívida de R$ 6 bilhões da Eletronuclear, vinculada à construção de Angra 3.
No entanto, o governo não terá obrigatoriedade de novos aportes financeiros para a conclusão da usina, afastando incertezas sobre a viabilidade econômica do projeto.
Em contrapartida às mudanças na governança, a União deverá retirar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a privatização da Eletrobras.
As perspectivas de um acordo impulsionaram as ações da Eletrobras na Bolsa de Valores.
Na última sessão, os papéis ordinários (ELET3) registraram alta de 5,79%, enquanto os preferenciais (ELET6) avançaram 5,83%. O volume negociado foi expressivo, ultrapassando os R$ 400 milhões.
O acordo ainda precisa ser finalizado e submetido à aprovação dos acionistas e do Conselho de Administração da Eletrobras.
Caso confirmado, ele pode estabelecer um precedente importante para futuras privatizações no país, alinhando interesses públicos e privados em um ambiente de governança sólida.
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