Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Haddad cobra cooperação do governo do Rio após decisão do STJ sobre a Operação Cadeia de Carbono
Publicado 30/10/2025 • 00:07 | Atualizado há 6 meses
Musk pode comprar a Cursor ainda neste ano por US$ 60 bilhões ou pagar US$ 10 bilhões pelo “trabalho conjunto”
Bolsas dos EUA sobem após Trump falar em possível acordo com Irã
Indicado à presidência do Fed, Kevin Warsh diz que não aceitará ordens de Trump sobre juros
JP Morgan expande investimento de US$ 1,5 trilhão em segurança econômica para a Europa
Amazon vai investir até US$ 25 bilhões na Anthropic como parte de acordo de infraestrutura de IA
Publicado 30/10/2025 • 00:07 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Canal Gov.
Haddad prevê corte da Selic em breve e projeta 2026 como ano mais favorável para a economia.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (29) que a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Operação Cadeia de Carbono dá segurança jurídica para a continuidade das investigações sobre fraudes no setor de combustíveis. Ele destacou que a ação resultou na maior apreensão da história da Receita Federal — cerca de 200 milhões de litros de combustível — e defendeu a integração entre órgãos federais e estaduais no combate ao crime organizado.
Segundo Haddad, as irregularidades identificadas envolvem tanto o destino final do combustível quanto o conteúdo declarado nas cargas. O ministro ressaltou que o caso tem implicações tributárias e pode gerar repercussões criminais. “As fraudes aconteceram, e isso é público. O destino da mercadoria era outro, e o conteúdo declarado não confere com os laudos da apreensão. São crimes tributários que precisam de punição”, afirmou.
Leia também:
Haddad aponta que governo avalia novas medidas de arrecadação após votação do pacote fiscal
Castro e Lewandowski lançam gabinete de crise para enfrentar crime no RJ após 121 mortos
Haddad elogiou a atuação conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Receita Federal, mas fez um apelo à cooperação do governo do Rio de Janeiro. O ministro disse que a falta de integração entre esferas de governo pode enfraquecer o enfrentamento ao crime financeiro. “Não pode a Receita, a Polícia Federal e a PGFN agir numa direção e o governo estadual noutra. Dependemos da colaboração federativa”, declarou.
Ainda, o ministro anunciou que a procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelise Lenzi Ruas de Almeida, entrará em contato com o governador Cláudio Castro para detalhar o caso e buscar cooperação institucional. Haddad afirmou que pretende “estancar o fluxo de recursos que abastece o crime organizado” e criticou a atuação do estado fluminense no episódio. “Parece que o governador não está inteirado do que está acontecendo no Rio de Janeiro”, disse.
Haddad ressaltou ainda que o combate ao crime financeiro tem efeitos diretos sobre a arrecadação e o desenvolvimento social. “Se a gente estancar o caminho do dinheiro, a arrecadação aumenta e a juventude estará nas escolas, nos empregos, e não sendo aliciada pelo crime”, pontuou.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
USA Rare Earth compra brasileira Serra Verde por US$ 2,8 bilhões para desafiar domínio da China em terras raras
2
Flórida abre investigação criminal sobre ChatGPT após tiroteio fatal em universidade
3
O Boticário supera Natura em perfumaria, maquiagem e skincare; GMV soma R$ 38 bi em 2025; veja os dados
4
Escassez de mão de obra no Brasil eleva salários e dificulta retenção no setor de serviços
5
EXCLUSIVO: Trump diz que ganhou a guerra no Irã e avisa que voltará a bombardear se não houver acordo