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Impasse entre EUA e Irã eleva tensão global e coloca petróleo no centro da disputa

Publicado 21/04/2026 • 20:35 | Atualizado há 1 hora

A volatilidade nas falas do presidente Donald Trump e a indefinição sobre o rumo do conflito no Oriente Médio ampliam a incerteza global, com impactos diretos sobre energia e cadeias de abastecimento. Para o professor de relações internacionais do IBMEC São Paulo, Alexandre Pires, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exlcusivo CNBC o cenário atual reflete um estreitamento das opções diplomáticas tanto para os Estados Unidos quanto para o Irã.

Segundo ele, a oscilação de posicionamento de Trump ao longo do dia cria um ambiente propício à especulação de curto prazo. “Para quem está fazendo especulação em preços, é um ótimo governo”, afirmou. Ainda assim, o professor alerta que o conflito caminha para um ponto mais crítico. “Se não houver acordo, a tendência é de escalada, com possíveis ataques a alvos civis para pressionar o regime iraniano”, disse.

A recente decisão de adiar negociações e a ausência de um prazo claro para o cessar-fogo aumentam a imprevisibilidade. “Antes havia um limite definido. Agora, a extensão depende de avanços, o que gera ainda mais dúvida sobre quanto tempo isso vai durar”, avaliou Pires.

O impacto dessa instabilidade já se reflete no mercado de energia. O especialista destacou que movimentos bruscos no preço do petróleo, com variações rápidas após հայտարարções políticas, podem levantar suspeitas sobre uso de informação privilegiada. “Oscilações desse tamanho, em mercados bilionários, exigem monitoramento. Há risco de ‘inside trade’ e isso costuma ser investigado por órgãos reguladores”, explicou.

No centro da disputa está o Estreito de Ormuz, considerado um dos pontos mais sensíveis da economia global. De acordo com Pires, mesmo sem um bloqueio total, a simples ameaça já afeta o fluxo marítimo. “É um ponto nevrálgico. Só a possibilidade de interrupção já reduz drasticamente o trânsito de navios e o escoamento de petróleo”, afirmou.

Ele também destacou que a estratégia americana de ampliar o bloqueio busca limitar o controle iraniano sobre a região, mas agrava o risco de desabastecimento. “Estamos diante de um cenário em que menos petróleo circula, enquanto a demanda permanece. Isso pressiona estoques e aumenta a tensão global”, disse.

Por fim, o professor apontou que a atuação do Paquistão como mediador pode estar alinhada a interesses mais amplos, possivelmente ligados à China. “Há uma percepção de que o Paquistão atua como porta-voz de interesses chineses”, afirmou. Para ele, o prolongamento do impasse tende a reduzir o poder de barganha do Irã, o que pode levar a uma postura mais agressiva. “Cada semana sem समाधान direto enfraquece o Irã e aumenta o risco de escalada”, concluiu.

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