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Confiança de Serviços recua em fevereiro com piora nas expectativas
Publicado 26/02/2026 • 09:30 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 26/02/2026 • 09:30 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Unsplash.
Serviços avançam em janeiro, enquanto Varejo recua, indica índice
A confiança do setor de serviços recuou em fevereiro, após três meses consecutivos de alta. O Índice de Confiança de Serviços (ICS), divulgado pelo FGV IBRE, caiu 0,7 ponto, para 90,2 pontos.
Na média móvel trimestral, o indicador avançou 0,1 ponto, para 90,5 pontos.
O movimento reflete principalmente a piora das expectativas para os próximos meses, enquanto as avaliações sobre a situação atual mostraram leve melhora.
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O componente de expectativas foi o principal responsável pela queda da confiança em fevereiro. O Índice de Expectativas (IE-S) recuou 2,2 pontos, para 88,1 pontos.
No mês anterior, o indicador havia atingido 91,3 pontos, o maior nível desde dezembro de 2024.
Entre os subcomponentes, o indicador de demanda prevista para os próximos três meses caiu 2,9 pontos, para 88,3 pontos. Já a tendência dos negócios para os próximos seis meses recuou 1,4 ponto, para 88,0 pontos.
Segundo Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE, o resultado recente vinha sendo sustentado pela melhora nas expectativas, que agora perderam força.
Na direção oposta, o Índice de Situação Atual (ISA-S) subiu 0,7 ponto, para 92,4 pontos.
Os dois componentes apresentaram avanço semelhante. O indicador de volume de demanda atual cresceu 0,8 ponto, para 92,5 pontos. Já o indicador de situação atual dos negócios avançou 0,7 ponto, para 92,3 pontos.
Apesar da alta, os dados sugerem que o setor opera em um patamar de desaceleração da demanda.
De acordo com Tobler, o cenário macroeconômico ainda impõe desafios ao setor, mas há fatores que podem sustentar a confiança nos próximos meses.
“A possibilidade de redução de juros nos próximos meses e a resiliência do mercado de trabalho ainda podem sustentar o nível da confiança do setor”, afirmou.
O comportamento do indicador é acompanhado de perto por economistas, já que o setor de serviços responde por parcela relevante do PIB e do emprego no país.
A trajetória das expectativas nas próximas divulgações será decisiva para avaliar se o recuo de fevereiro foi pontual ou se sinaliza mudança de tendência.
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