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Inflação do aluguel segue em queda apesar de IGP-M voltar a subir
Publicado 29/01/2026 • 14:13 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 29/01/2026 • 14:13 | Atualizado há 2 meses
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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a “inflação do aluguel”, iniciou 2026 em alta de 0,41%, revertendo a queda de 0,01% registrada em dezembro. Apesar da variação positiva no mês, o indicador segue em trajetória de desaceleração no horizonte mais longo: no acumulado de 12 meses, recua 0,91%, marcando o terceiro mês consecutivo de retração nessa base de comparação.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
Tradicionalmente utilizado como referência para reajustes anuais de contratos de aluguel, o IGP-M também serve como indexador de algumas tarifas públicas e serviços essenciais.
Leia também: Aluguel mais caro do Brasil está em SP; veja quem lidera ranking nacional
O cálculo do IGP-M reúne três componentes. O principal é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), responsável por 60% do indicador e que mede a inflação percebida pelos produtores. Em janeiro, o IPA avançou 0,34%, impulsionado sobretudo pelas altas do minério de ferro (4,47%), da carne bovina (1,37%) e do tomate (29,5%).
O segundo componente é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30%. No mês, ele subiu 0,51%, pressionado principalmente pelos reajustes em cursos de ensino fundamental (3,83%) e superior (3,13%), além da gasolina (1,02%).
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que completa o indicador, registrou variação de 0,63%. Dentro do índice, materiais, equipamentos e serviços avançaram 0,34%, enquanto a mão de obra subiu 1,03%.
Apesar da fama de “inflação do aluguel”, o fato de o IGP-M acumular queda em 12 meses não significa, necessariamente, que os valores cobrados em contratos imobiliários serão reduzidos. Isso porque muitos acordos preveem reajuste apenas quando a variação do índice é positiva.
Para calcular o resultado de janeiro, a FGV coletou preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, no período entre 21 de dezembro de 2025 e 20 de janeiro.
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