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Após seis anos, Masp reabre seu vão livre com novo prédio e mais exposições
Publicado 17/03/2025 • 13:45 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 17/03/2025 • 13:45 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Novo prédio do Masp (em preto, à direita) vai ampliar em 66% a área dedicada a mostras
Leonardo Finotti/Divulgação
No próximo dia 28 de março, o casal Lina e Pietro Maria Bardi se reencontra na Avenida Paulista, 57 anos após o mais importante museu de arte do Hemisfério Sul, o Masp — Museu de Arte de São Paulo, desembarcar na via em que se tornaria cartão-postal.
A arquiteta modernista Lina Bo Bardi (1914–1992) dá nome ao icônico prédio sustentado por arcos vermelhos sobre o vão livre, inaugurado em 1968, onde mais de 11 mil peças, da antiguidade ao século 21, compõem o acervo permanente.
Seu então marido, o negociador de arte e expositor Pietro Maria Bardi (1900–1999), durante três décadas a imagem pública do Masp, será o nome do edifício todo preto de 14 andares, vizinho ao museu.
A inauguração do segundo imóvel aumentará em 66% a área dedicada a mostras. Há seis anos em obras, o prédio finalmente será aberto, com um conjunto de exposições intitulado Cinco Ensaios sobre o Masp.
A partir do segundo semestre, uma passagem subterrânea ligará os edifícios Lina e Pietro. Assim, diz a administração, “o Masp passa a ser um museu composto por dois prédios”, incluindo o vão livre de 74 metros, que já foi o maior do mundo e teve a concessão ampliada. A área total mais que dobra e atinge 21,8 mil metros quadrados.
“O Masp cresceu e ficou maior que seu edifício. Alargar as fronteiras era necessário”, afirmou o diretor-presidente da instituição, Heitor Martins. Segundo ele, as mudanças tornarão o local ainda mais inclusivo, diverso e plural.
Por esse motivo, agora, um dos principais critérios de aquisição de obras enfoca trabalhos que participaram de exposições recentes no museu — Histórias Afro-Atlânticas (2018), Histórias das Mulheres, Histórias Feministas (2019) e Histórias Brasileiras (2021–22).
Nesse contexto, segundo o museu, foi feita a atual exposição de longa duração (Acervo em Transformação), na qual a primeira fileira é inteiramente dedicada a trabalhos de artistas negros e a segunda, a de artistas mulheres, incluindo o icônico cartaz em português das Guerrilla Girls, de 2017, uma crítica à pouca presença de mulheres que havia na mostra do acervo — porcentual que, segundo o próprio Masp, era de 6% e que atualmente passa de 20%. “Ainda há muito trabalho a ser feito.”
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