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PF aponta que Bolsonaro recebeu R$ 30,5 milhões em um ano; ex-ministro Maílson da Nóbrega vê risco de instabilidade econômica
Publicado 21/08/2025 • 23:27 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 21/08/2025 • 23:27 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A Polícia Federal apontou em relatório que o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu aproximadamente R$ 30,5 milhões em um período de 12 meses, por meio de transferências via Pix, aplicações financeiras e operações de câmbio. O documento integra as investigações que também miram o deputado federal Eduardo Bolsonaro e foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal.
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Segundo a PF, foram R$ 19 milhões em transferências eletrônicas, R$ 8,8 milhões em certificados de depósito bancário (CDBs), R$ 1,5 milhão em operações de câmbio e R$ 373 mil em proventos, como salários. O relatório acrescenta ainda que Bolsonaro recebeu outros R$ 11 milhões no segundo ano analisado, até junho de 2025.
Para o comentarista Vinícius Torres Freire, os números podem ter efeito político mais direto do que outras acusações recentes contra Bolsonaro:
“Quando se fala em mais de R$ 30 milhões em um único ano, a narrativa de perseguição fica mais difícil de sustentar. Muito dinheiro causa suspeita, sobretudo quando há indícios de lavagem apontados pela PF”, afirmou.
O relatório da PF também relaciona o caso a tentativas de coação e obstrução da Justiça, envolvendo Jair e Eduardo Bolsonaro. O Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) identificou indícios de operações ilegais, embora o caso ainda não configure condenação judicial.
O tema também foi analisado pelo ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, que avaliou os efeitos da crise política e jurídica sobre a economia brasileira. Segundo ele, o cenário se agrava diante das sanções impostas pelo governo norte-americano contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, em meio à política tarifária de Donald Trump.
“Criou-se uma confusão que afeta a previsibilidade para bancos brasileiros. Instituições como Banco do Brasil, Itaú e Bradesco operam nos Estados Unidos e podem ser punidas se não cumprirem a lei Magnitsky, sob risco de multas bilionárias ou perda de licença”, explicou Maílson.
O ex-ministro lembrou que as tarifas impostas por Trump já representam a média mais alta desde 1930, na casa de 17% a 18%, e avaliou que o Brasil deveria adotar postura mais moderada nas negociações:
“É hora de baixar a bola e deixar a tarefa para os diplomatas do Itamaraty. O governo precisa buscar negociação, como fizeram a União Europeia, Japão e Canadá diante do mesmo problema.”
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