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Lula e Macron articulam resistência ao ‘Conselho da Paz’ de Trump e reforçam aliança estratégica
Publicado 27/01/2026 • 15:15 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 27/01/2026 • 15:15 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Montagem
Lula e Trump
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil e Emmanuel Macron, da França, realizaram uma conversa telefônica de uma hora nesta terça-feira (27). O diálogo focou na defesa do multilateralismo e na resistência à fragmentação do sistema internacional, em resposta direta às recentes movimentações diplomáticas de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.
Ambos os líderes expressaram forte oposição à criação do Conselho da Paz, proposto por Washington como alternativa à ONU. Lula e Macron defenderam que qualquer iniciativa de segurança global deve respeitar a Carta das Nações Unidas e as prerrogativas do Conselho de Segurança, evitando estruturas paralelas de poder.
A conversa também abordou a crise na Venezuela, após a intervenção militar dos EUA no início deste mês. Os presidentes condenaram o uso da força e a violação do direito internacional, reforçando a necessidade de preservar a América do Sul como uma zona de paz e estabilidade geopolítica.
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No campo econômico, Lula reafirmou a importância do Acordo Mercosul-União Europeia. Para o governo brasileiro, a conclusão do tratado é vital para combater o protecionismo e fortalecer um sistema de comércio baseado em regras, servindo como contraponto às políticas tarifárias agressivas dos EUA em 2026.
Por fim, os líderes aceleraram a agenda bilateral em setores estratégicos como defesa, ciência e energia. As equipes técnicas receberam instruções para finalizar os acordos em curso, com a meta de formalizar novas parcerias tecnológicas e militares ainda durante o primeiro semestre de 2026.
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