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UE endurece cerco ao Grok, de Elon Musk, após denúncias de deepfakes ilegais
Publicado 08/01/2026 • 13:09 | Atualizado há 20 horas
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Publicado 08/01/2026 • 13:09 | Atualizado há 20 horas
Dado Ruvic/Illustration/Reuters
A União Europeia afirmou nesta quinta-feira (8) que ordenou à Grok, ferramenta de IA associada a Elon Musk, que preserve todos os dados e documentos internos relacionados ao chatbot, após a plataforma gerar reação negativa por produzir deepfakes sexualizados envolvendo menores.
A ordem permite que o braço executivo da UE solicite acesso a documentos da X enquanto conduz investigações formais sobre a plataforma e o Grok, ampliando o risco regulatório para os negócios de IA do grupo.
Leia também: IA: União Europeia analisa barrar o Grok, de Elon Musk; entenda por que
A medida ocorre após o lançamento recente de um botão de “edição de imagem” no Grok, que permitia a usuários alterar imagens online por meio de comandos de texto, incluindo pedidos para remover roupas ou sexualizar pessoas. O recurso desencadeou uma onda de reclamações online.
A UE classificou o conteúdo gerado como “ilegal” e “inaceitável” e informou que o Grok será submetido a fiscalização reforçada.
“A Comissão Europeia ordenou que a X retenha todos os documentos e dados internos relacionados ao Grok até o fim de 2026”, disse Thomas Regnier, porta-voz da UE para assuntos digitais.
Segundo Regnier, a decisão estende uma ordem de retenção enviada à X no ano passado, relacionada aos algoritmos e sistemas de recomendação usados para a disseminação de conteúdo ilegal.
Leia também: xAI, de Elon Musk, pede desculpas após IA Grok promover discurso de ódio e elogiar Hitler
A plataforma X é alvo de investigação desde dezembro de 2023, com base na Lei de Serviços Digitais (DSA), um dos marcos regulatórios mais rigorosos do mundo para plataformas digitais.
Em dezembro, Bruxelas aplicou uma multa de €120 milhões (US$ 140 milhões) à X por violar obrigações de transparência, decisão que provocou forte reação do governo dos EUA.
Entre as irregularidades apontadas estão:
Apesar da pressão diplomática, a UE reiterou que aplicará integralmente suas regras.
“A DSA é muito clara. Cumprir a legislação da UE não é opcional. É uma obrigação”, afirmou Regnier.
Mais de 30 eurodeputados do grupo liberal Renew pressionaram a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pedindo ações mais duras, incluindo investigação específica sobre o Grok à luz da DSA.
A eurodeputada Veronika Cifrova alertou para o alcance do problema: “Não é apenas um problema de pessoas famosas ou de mulheres. Qualquer foto sua ou de seus filhos postada nas redes pode ser transformada em pornografia com um clique.”
(*com informações da AFP)
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