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Varejistas de moda: três de quatro empresas listadas na B3 registram crescimento no 2º trimestre
Publicado 17/08/2025 • 18:17 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 17/08/2025 • 18:17 | Atualizado há 8 meses
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Três das quatro maiores varejistas de moda listadas no Brasil registraram crescimento na receita líquida superior a 10% no segundo trimestre de 2025, sobre um ano antes, de acordo com dados compilados pela Peers Consulting. Das quatro do segmento listadas na bolsa, somente a Azzas teve alta no faturamento abaixo dos 10% (foi de 4,8%). Enquanto Renner (+18,5%), Riachuelo (13,9%) e C&A (12,4%) ultrapassaram a casa dos dois dígitos. “O segundo trimestre trouxe movimentações significativas para o setor de varejo de vestuário”, afirmou Admar Corrêa, diretor-executivo e líder do setor de Varejo e Bens de Consumo na Peers Consulting. “As mudanças apontam para um futuro de maturidade operacional e consolidação.”
A Renner fechou o período com receita líquida de R$ 3,6 bilhões, alta de 18,5% sobre igual trimestre de 2024. O lucro líquido ajustado somou R$ 404,5 milhões (+28,4%), com margem líquida ajustada de 11,1% (+0,9 ponto). O Ebitda foi de R$ 881,1 milhões (+34,7%), com margem de 24,4%. A receita líquida por loja foi de R$ 5,3 milhões (receita dividida pelo número de lojas). A companhia abriu cinco lojas no trimestre, sem fechamentos, encerrando junho com 691 unidades. O número de clientes ativos foi de 4,7 milhões. Para Admar Corrêa, a empresa colhe resultados de um processo contínuo de modernização tecnológica. “Os investimentos em algoritmos preditivos e motores de busca otimizados vêm elevando o desempenho do canal digital”, afirmou. O GMV digital cresceu 20,7% no GMV neste trimestre.
A C&A teve receita líquida de R$ 2 bilhões, avanço de 12,4% na comparação anual. O lucro líquido foi de R$ 200,3 milhões, com margem líquida de 9,7%. O Ebitda ajustado somou R$ 438,4 milhões e a margem em 21,3%. Foram reformadas 7 lojas no trimestre, enquanto houve somente uma abertura, sem fechamentos, totalizando 333 unidades. Corrêa destacou que “a varejista vem obtendo ganhos relevantes com a diversificação de portfólio, sobretudo em Beleza”. A categoria registrou avanço de 64% na receita líquida contra o segundo trimestre do ano passado.
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A Riachuelo apresentou receita líquida de R$ 2,6 bilhões, crescimento de 13,9% em relação ao período homólogo. O lucro líquido ficou em R$ 143,2 milhões (+151%) e a margem líquida ajustada, em 5,4% (+2,9 p.p.). O Ebitda foi de R$ 435,6 milhões (21,1%), com margem de 16,5%. A receita líquida por loja alcançou R$ 6 milhões, a mais alta entre as empresas analisadas. Foram inauguradas seis lojas no trimestre, elevando o total para 436, sem registro de fechamentos. Segundo Corrêa, o trunfo da empresa foi a incorporação de iniciativas de sustentabilidade, como coleções com algodão agroecológico.
A Azzas registrou receita líquida de R$ 2,9 bilhões, alta de 4,8% frente ao segundo trimestre de 2024. O lucro líquido foi de R$ 537,7 milhões, com margem líquida ajustada de 18,5%. O Ebitda totalizou R$ 525,4 milhões. A receita líquida por loja foi de R$ 1,4 milhão. A companhia não abriu novas unidades no trimestre e encerrou 25 lojas, fechando junho com 2.061 lojas. Sobre a Azzas, Corrêa afirma que a empresa está em um processo de consolidação de sua posição como maior grupo de moda da América Latina, com foco em disciplina financeira. A empresa descontinuou 5 marcas e está implementando a logística reversa como diferencial competitivo, visando atender às demandas dos consumidores conscientes.
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