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Creator Economy cresce e deve movimentar até US$ 525 bilhões até 2030, aponta pesquisa
Publicado 11/02/2026 • 17:56 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 11/02/2026 • 17:56 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Crédito: Shutterstock
O mercado da Creator Economy está em franca expansão e caminha para dobrar de tamanho nos próximos anos. Segundo pesquisa exclusiva da HeartBit, agência especializada em marketing de influência e estratégia de dados, o setor já movimenta cerca de US$ 250 bilhões globalmente e tem previsão de atingir entre US$ 480 bilhões e US$ 525 bilhões até 2030, com crescimento anual entre 10% e 20%.
O levantamento também revela que o segmento específico de Marketing de Influência está avaliado em US$ 31 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 122 bilhões até o final da década, evidenciando a profissionalização e a relevância crescente dos criadores de conteúdo no mercado publicitário.
O Brasil desponta como um dos principais impulsionadores dessa economia. Com 187,9 milhões de internautas — equivalentes a 86,6% da população total — o país registra um tempo de consumo de redes digitais 50% acima da média global. No início de 2024, 66,3% da população brasileira já utilizava mídias sociais, consolidando o país como o segundo maior mercado mundial em número de criadores de conteúdo.
A pesquisa da HeartBit demonstra o poder real dos influenciadores sobre as decisões de compra: 80% dos consumidores afirmam ter adquirido produtos após vê-los sendo divulgados por seus criadores favoritos. Entre a Geração Z, a relação com marcas e influenciadores vai além do produto: 88% desse público declara se preocupar com questões éticas e boicotar empresas ou criadores que adotem práticas duvidosas.
Apesar do crescimento robusto, com aumento de 57% nos orçamentos das marcas destinados ao marketing de influência em 2026, o estudo aponta que o setor vive um momento de amadurecimento. Surgem desafios relacionados à profissionalização dos criadores, à crescente pressão por resultados mensuráveis e à necessidade de garantir a sustentabilidade do ecossistema a longo prazo.
Os dados reforçam que a Creator Economy deixou de ser uma tendência passageira para se consolidar como pilar fundamental da economia digital, exigindo adaptação tanto de marcas quanto de criadores para um mercado cada vez mais competitivo e exigente.
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