Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
O “caminho das Índias” da Embraer
Publicado 14/10/2026 • 13:03 | Atualizado há 1 hora
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
ASML divulga resultados acima da expectativa do mercado, carteira de pedidos até 2030 e ações puxam índices europeus
Irã reforça instalações nucleares diante da possibilidade de ataques dos EUA após eleições de meio de mandato, diz jornal
Petróleo sobe a US$ 105 enquanto AIE prevê aperto no diesel até 2027 após ataque a prédio administrativo da Aramco
Previdência Social dos EUA anuncia reajuste de 3,6% para 2027
Publicado 14/10/2026 • 13:03 | Atualizado há 1 hora
Divulgação/Embraer
Embraer teve forte queda desde o último balanço
A Embraer está de olho em um dos mercados mais promissores da aviação mundial. O destino? A Índia.
A aquisição de 51% da Novavayu Aerospace, empresa ligada à parceria com o grupo indiano Mahindra, pela Embraer é emblemática para a companhia brasileira.
O negócio marca a ampliação de uma estratégia que visa amplificar a presença em um dos maiores mercados do mundo e que deve movimentar bilhões de dólares na próxima década.
O objetivo é aproveitar o crescimento da demanda por aeronaves e transformar o país em uma plataforma de negócios para a fabricante brasileira na Ásia.
A estratégia da Embraer ganhou tração neste ano, quando a companhia firmou inicialmente uma parceria com o conglomerado Adani para desenvolver um ecossistema de aeronaves regionais, incluindo produção, fornecedores, manutenção e treinamento.
A fabricante brasileira projeta que a Índia vai demandar pelo menos 500 jatos entre 80 e 146 assentos nas próximas duas décadas. A Embraer é especializada neste tipo de aeronave e um contrato desta magnitude pode ampliar consideravelmente a carteira da companhia.
No começo de outubro, quase dez meses após o movimento anterior, a Embraer alçou seu voo na Índia com uma negociação de um contrato para o fornecimento do jato KC-390 Millennium à Força Aérea Indiana.

O esforço da Embraer não é recente, ainda que os resultados aparentem. O pedido de pouso na Índia aconteceu em fevereiro de 2024, quando a companhia assinou com a Mahindra um memorando de entendimento para explorar oportunidades no mercado de defesa.
O objetivo é claro: um acordo com a Força Aérea Indiana. Isso seria feito aproveitando o cargueiro militar C-390 Millenium, uma variante da aeronave comercial KC-390. O C-390 já é utilizado pela Força Aérea Brasileira e por países como Portugal, Hungria e Uzbequistão.
Quase dois anos depois, a Embraer intensificou sua presença no país ao inaugurar um escritório nacional em Nova Délhi. Era um sinal claro ao governo indiano que a companhia queria estreitar as relações com o governo local, além de fortalecer sua presença na Ásia com um hub comercial.
Em janeiro, a Embraer começou a olhar para outros parceiros no país e escolheu o conglomerado Adana para isso. A companhia, especializada em aviação, vai ajudar a brasileira na aviação comercial regional. Isso inclui fabricação de aeronaves, serviços de manutenção e treinamento de pilotos
Maiores Audiências
1
‘Yes! We Have No Bananas’; guerra no Irã encarece cadeia produtiva da fruta e pressiona mercado americano
2
Embraer compra 51% de empresa indiana, subsidiária do Grupo Mahindra, visando expandir produção de cargueiro militar na região
3
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
4
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
5
Escala 6×1 avança no Senado e será votada nesta quarta; Alcolumbre diz ter apoio para acelerar tramitação