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Bitcoin perde US$ 1 bilhão em liquidações em apenas uma hora e deixa mercado em alerta
Publicado 21/11/2025 • 08:47 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 21/11/2025 • 08:47 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Bitcoin
O mercado de criptomoedas amanheceu sob forte pressão nesta sexta-feira (21). O Bitcoin recuou 10% nas últimas 24 horas e opera a US$ 82 mil, acumulando queda de 25% no mês. O movimento desencadeou quase US$ 1 bilhão em liquidações em apenas uma hora, no momento mais intenso da correção.
Em reais, o BTC é negociado a R$ 440.514,98, distante do recorde histórico de R$ 672.818,08, alcançado em 6 de outubro de 2025 — uma queda de 35% desde então. Em uma semana, o recuo é de 15%.
A queda veio acompanhada de aumento expressivo no volume de negociação. Nas últimas 24 horas, o volume diário do Bitcoin saltou 49%, superando Ethereum e Solana no período. Apesar disso, dados on-chain indicam que investidores menores reduziram participação.
O número de swaps caiu 28%, enquanto novos traders diminuíram 9%. No sentido oposto, o tamanho médio das transações subiu 45%, e carteiras de grande porte — as chamadas “baleias” — responderam por 61% de todo o volume movimentado.
Segundo dados da Coinglass, o mercado cripto perdeu US$ 1,97 bilhão em posições liquidadas no período de 24 horas. Só o Bitcoin respondeu por US$ 500 milhões em longs eliminados em menos de uma hora.
A queda também derrubou o open interest: o total de posições abertas tinha ultrapassado, na quinta-feira, o nível observado no evento de liquidação de 10 de outubro. Mas, após o movimento brusco das últimas horas, o indicador recuou cerca de 8.500 BTC, o equivalente a US$ 700 milhões na cotação atual.
Ethereum e Solana vieram na sequência, com US$ 183 milhões e US$ 56 milhões em posições long liquidadas, respectivamente.
O forte ajuste ocorre em um ambiente de aversão ao risco. O Crypto Fear & Greed Index permanece em “Extreme Fear”, indicando retração significativa no apetite dos investidores.
Na plataforma de previsão Myriad, o sentimento de “Fear” está em 49,7%, reforçando a percepção de incerteza.
O impacto sobre grandes traders também é expressivo. Um investidor com posições alavancadas em Bitcoin e Ethereum registra US$ 37 milhões em perdas não realizadas. Os ganhos acumulados desde 10 de novembro despencaram de US$ 63 milhões para apenas US$ 4 milhões.
Outro caso é o do investidor Jeff “Machi Big Brother” Huang, cujos resultados passaram de lucro de US$ 44,8 milhões em setembro para perda de US$ 20 milhões nesta sexta.
A capitalização total das criptomoedas caiu abaixo de US$ 3 trilhões, algo que não ocorria havia sete meses. O movimento, porém, não se estendeu ao mercado acionário. O S&P 500 sinalizou estabilização após o recuo da véspera, indicando que o estresse está concentrado nos ativos digitais.
Analistas apontam que o movimento é predominantemente técnico, guiado pela alavancagem elevada. O cenário será definido pela capacidade do mercado de absorver novas liquidações e pelo comportamento das baleias nas próximas sessões.
O Bitcoin não enfrentava um processo de “flush” dessa escala desde 10 de outubro. Resta saber se a pressão se estabiliza ou se abre caminho para novas ondas de venda.
Liquidações acontecem quando um investidor opera com alavancagem — ou seja, toma dinheiro emprestado para aumentar posição — e o preço do ativo se movimenta contra ele além do limite permitido pela corretora.
Quando isso ocorre, a plataforma encerra automaticamente a operação para evitar perdas maiores.
No mercado cripto, esse mecanismo costuma gerar movimentos bruscos:
Em quedas como a registrada nesta sexta-feira, liquidações em massa podem desencadear efeito dominó, forçando o fechamento de milhares de posições e ampliando a volatilidade no curto prazo.
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