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Fusão entre Marfrig e BRF cria nova gigante de R$ 150 bilhões do setor alimentício
Publicado 15/05/2025 • 20:34 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 15/05/2025 • 20:34 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
A Marfrig anunciou, em fato relevante, sua intenção de adquirir o controle total da BRF, criando uma nova empresa com valor estimado superior a R$ 150 bilhões. Atualmente, a Marfrig detém 50,5% das ações da BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, e a proposta prevê a aquisição das ações remanescentes da empresa.
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A oferta proposta pela Marfrig oferece aos acionistas da BRF 0,85 ação da Marfrig para cada ação da BRF que possuam. Com a conclusão da operação, a BRF se tornará uma subsidiária integral da Marfrig, e a nova companhia será chamada de MBRF.
A fusão entre as duas empresas resultará em uma plataforma de multiproteínas com uma receita estimada em cerca de R$ 150 bilhões. A operação prevê sinergias que podem alcançar aproximadamente R$ 805 milhões, com ganhos na receita e redução de custos, além de uma economia estimada de R$ 3 bilhões em otimização fiscal.
Com a conclusão da fusão, o fundador e principal acionista da Marfrig, Marcos Molina, terá que abrir mão do controle da nova empresa, que também contará com a experiência de Miguel Gularte, atual CEO da BRF, que assumiu a liderança da Marfrig em 2022.
O movimento é o ponto culminante de uma série de aquisições da Marfrig na BRF, que iniciou em 2019 com a declaração de interesse em uma fusão, mas foi temporariamente suspenso devido a questões sobre a estrutura acionária. Desde então, Molina aumentou sua participação na BRF e consolidou sua influência sobre a companhia.
A Marfrig e a BRF ainda devem passar por uma série de processos regulatórios antes da conclusão da fusão. Na B3, as ações da BRF apresentam uma queda de 16,8% no ano, com um valor de mercado de R$ 34,7 bilhões, enquanto as ações da Marfrig têm alta de 20,4% no mesmo período.
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