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Nova diretoria da CNA toma posse em Brasília
Publicado 10/12/2025 • 11:55 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 10/12/2025 • 11:55 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Divulgação/CNA
A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) empossou, na terça-feira (9), em Brasília, João Martins para mais um mandato à frente da presidência da confederação, que comandará até 2029. Reeleito por unanimidade, ele segue no cargo que ocupa desde 2015. A cerimônia também oficializou a nova Diretoria Executiva e os integrantes do Conselho Fiscal.
Realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), o evento reuniu representantes de entidades do agronegócio, lideranças empresariais, deputados, senadores, embaixadores, autoridades e presidentes das federações de agricultura e pecuária.
A nova composição da Diretoria Executiva mantém vice-presidentes de diferentes regiões do país:
Amílcar Silveira, presidente da Faec, integra pela primeira vez a Diretoria Executiva. Ele afirmou que a prioridade é fortalecer a atuação institucional da CNA. “A CNA é a grande protagonista do agronegócio deste país. O que nos interessa agora é colaborar com o agronegócio e com os produtores do Brasil”, disse.
Os novos vice-presidentes reforçaram a mensagem de continuidade e alinhamento institucional.
Gedeão Pereira afirmou que a CNA é o “‘guarda-chuva’ dos interesses da classe agropecuária brasileira”. Para Antônio Pitangui de Salvo, o setor “precisa se manter unido” para ampliar sua contribuição à economia.
Humberto Miranda disse que os produtores podem esperar “muito trabalho, comprometimento e a defesa incansável do setor agropecuário brasileiro”. Já Muni Lourenço destacou o desafio de acompanhar a incorporação de novas tecnologias.
Em seu discurso de posse, Martins resgatou sua trajetória na entidade e afirmou que reassume o cargo com a mesma responsabilidade de quando foi eleito pela primeira vez. Ele destacou a preocupação com o ambiente fiscal, afirmando que a “volta da crise fiscal, não por falta de impostos, mas por excesso de despesas governamentais, preocupa-nos muito”.

O presidente da CNA afirmou AINDA que a agropecuária brasileira tem buscado “a autossustentação”, ressaltando que o setor não depende de “benesses”, embora outros países subsidiem seus produtores. “Com uma insaciabilidade de novos equipamentos e tecnologias, estamos sempre mergulhando fundo na inovação”, disse.
Segundo ele, “não é exagero afirmar que o conjunto de políticas econômicas do atual governo prejudica e muito as atividades do agro”.
Ao continuar o discurso na posse, Martins afirmou que a guerra comercial entre as grandes potências, misturada às ideologias, afeta muito o Brasil, mesmo sendo o país um dos maiores produtores exportadores de alimentos.
E que paralelo a isso, os conflitos ideológicos atuais levam à insegurança jurídica, “tão perniciosa ao desenvolvimento socioeconômico do país”. “Precisamos de políticas públicas coerentes para corrigir as distorções da concorrência desleal adotada por alguns países”.
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