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Alcoa amplia receita e EBITDA no 2º trimestre com alta dos preços do alumínio
Publicado 16/07/2026 • 23:35 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 16/07/2026 • 23:35 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A Alcoa registrou forte crescimento operacional no segundo trimestre de 2026, impulsionada principalmente pela valorização do alumínio e pelo avanço do EBITDA ajustado. A receita da companhia subiu para US$ 3,97 bilhões, alta de 24,2% em relação ao primeiro trimestre.
Apesar do avanço operacional, o lucro líquido recuou 4,2%, passando de US$ 425 milhões para US$ 407 milhões. Mas na comparação anual, o valor mais que dobrou, com um avanço de 148%. A companhia tinha registrado um lucro líquido de US$ 164 milhões no segundo trimestre de 2025.
Os indicadores ajustados mostraram uma evolução mais robusta na comparação com o primeiro trimestre deste ano. O EBITDA ajustado, excluindo itens especiais, avançou de US$ 595 milhões para US$ 901 milhões, crescimento de 51,4%. O lucro líquido ajustado subiu de US$ 373 milhões para US$ 562 milhões, um avanço de 50,6%. Já o lucro ajustado por ação passou de US$ 1,40 para US$ 2,12.
Na comparação anual, os indicadores ajustados tiveram desempenho ainda mais expressivo. O EBITDA ajustado saltou de US$ 313 milhões no segundo trimestre de 2025 para US$ 901 milhões em igual período deste ano, um avanço de 187,8%. O lucro líquido ajustado no segundo trimestre do ano passado foi de US$ 103 milhões e saltou 445%, registrando US$ 562 milhões em 2026. E o lucro ajustado por ação avançou 443% na mesma base de comparação, saindo de US$ 0.39 em 2025 para US$ 2.12 em 2026.
O desempenho foi sustentado pela alta dos preços realizados. O preço médio do alumínio vendido pela companhia aumentou de US$ 4.209 para US$ 4.752 por tonelada na comparação do primeiro com o segundo trimestre deste ano, enquanto a alumina avançou de US$ 324 para US$ 334 por tonelada nos mesmos períodos.
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Siga o Times | CNBCMercado de alumina permanece resiliente
A Alcoa afirmou que o mercado global de alumina permaneceu estável mesmo diante das tensões no Oriente Médio, com redução da oferta disponível para exportação, enquanto a demanda seguiu sustentada pelo aumento gradual da produção de alumínio, especialmente na China.
No mercado chinês, problemas operacionais e uma demanda mais forte mantiveram os preços elevados e incentivaram importações. Fora da China, a empresa avalia que o mercado ainda apresenta desequilíbrio entre oferta e demanda, mas espera uma melhora ao longo do segundo semestre.
A companhia também destacou que os confrontos no Oriente Médio não afetaram os contratos de longo prazo para fornecimento de alumina.
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