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Beleza S.A. – Brasil vira centro de inovação da Bayer para desenvolvimento de novos produtos
Publicado 18/06/2026 • 12:36 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 18/06/2026 • 12:36 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
A diversidade da população brasileira e a excelência em pesquisas clínicas transformaram o Brasil em uma das principais plataformas de inovação da Bayer Consumer Health, segundo Cristina Hegg, vice-presidente de Consumo da companhia. A executiva afirma que o país deixou de ser apenas um grande mercado consumidor para assumir papel estratégico no desenvolvimento e validação de produtos que podem ser lançados globalmente.
Segundo Cristina, fatores como a variedade de tipos de pele, cabelo e hábitos de consumo tornam o Brasil um ambiente privilegiado para a realização de estudos clínicos. “O consumidor brasileiro é muito ligado na prevenção e no autocuidado. Isso torna o Brasil um local bem interessante para ser não só um mercado consumidor, mas realmente um hub de inovações”, afirmou nesta quinta-feira (18) em entrevista ao quadro Beleza S.A., apresentado por Luiza Souza, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
A executiva destacou que os estudos realizados no país geram evidências que podem ser utilizadas em outros mercados. “O Brasil passa a ser também um exportador de inovação e de evidências clínicas”, ressaltou.
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Para Cristina, a heterogeneidade da população brasileira representa uma vantagem competitiva importante para a indústria de saúde e bem-estar.
“Quando a gente tem uma população bastante heterogênea, consegue cobrir diferentes tipos de pele, de cabelo e de hábitos que não necessariamente encontramos em outros países”, explicou.
Além da diversidade, a executiva destacou o elevado engajamento dos consumidores brasileiros com pesquisas e novos produtos. “É uma população que quer experimentar, quer pesquisar. Acaba sendo um ambiente muito interessante para exportar tendências”, observou.
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Segundo ela, o contato constante com os consumidores permite identificar demandas e desenvolver soluções apoiadas por evidências científicas. “Ouvindo e aprendendo com o consumidor, a gente consegue buscar evidências para comprovar percepções e trazer novas soluções”, acrescentou.
A área de dermatologia concentra atualmente a maior parte dos estudos clínicos desenvolvidos pela companhia no Brasil.
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Siga o Times | CNBC“Hoje na Bayer estamos trazendo bastante estudos, principalmente para a área de dermatologia, que tem muito a ver com essa população tão heterogênea e tão vasta”, afirmou.
Ao mesmo tempo, a empresa também enxerga oportunidades em categorias ligadas ao autocuidado preventivo. “A gente vê grandes oportunidades para explorar a parte de nutricionais e vitaminas, acompanhando essa busca por um modelo muito mais preventivo de cuidado”, explicou.
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Cristina afirmou que a demanda por comprovação científica vem crescendo entre os consumidores, que passaram a buscar mais informações sobre ingredientes, eficácia e desenvolvimento dos produtos.
“Não basta falar que funciona. O consumidor quer entender o que está por trás, quais são os ingredientes e quais evidências sustentam aquela promessa”, destacou.
Nesse contexto, a inteligência artificial tem sido utilizada para acelerar análises e identificar tendências de comportamento. Segundo a executiva, a tecnologia complementa, mas não substitui, o rigor científico.
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“A IA impulsiona e agiliza muito o cruzamento de dados, a antecipação de tendências e a escuta do consumidor, mas a ciência nunca pode ser deixada de lado”, afirmou.
Para os próximos anos, Cristina acredita que o Brasil ganhará ainda mais relevância dentro da estratégia global da Bayer Consumer Health. “O Brasil já tem um papel importante e agora fica ainda mais evidente o quanto é um mercado inovador, capaz de exportar tendências, conhecimento e inovação para outros países”, concluiu.
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