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Bayer registra 13,4 bilhões de euros em receita no trimestre
Publicado 12/05/2026 • 16:56 | Atualizado há 57 minutos
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Publicado 12/05/2026 • 16:56 | Atualizado há 57 minutos
KEY POINTS
A Bayer informou nesta terça-feira (12) que registrou receita de 13,4 bilhões de euros (R$ 77,3 bilhões) no primeiro trimestre de 2026, com avanço de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior em bases ajustadas por câmbio e portfólio.
O lucro básico por ação (Core EPS) subiu 13%, para 2,71 euros (R$ 15,64), enquanto o EBITDA antes de itens especiais avançou 9%, para 4,5 bilhões de euros (R$ 25,97 bilhões).
O fluxo de caixa livre ficou negativo em 2,3 bilhões de euros (R$ 13,27 bilhões), pressionado por desembolsos relacionados a litígios, que somaram 2,1 bilhões de euros (R$ 12,12 bilhões) no trimestre.
A Bayer reportou nesta terça-feira (12) receita líquida de 13,4 bilhões de euros (R$ 77,3 bilhões) no primeiro trimestre de 2026, resultado sustentado principalmente pelo desempenho das divisões de Crop Science e Consumer Health. O crescimento foi de 4% em bases ajustadas, embora o resultado reportado tenha recuado 2% devido ao impacto cambial.
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O EBITDA antes de itens especiais alcançou 4,5 bilhões de euros (R$ 25,97 bilhões), alta de 9% na comparação anual, enquanto o lucro básico por ação (Core EPS) avançou para 2,71 euros (R$ 15,64). Já o fluxo de caixa livre permaneceu negativo em 2,3 bilhões de euros (R$ 13,27 bilhões), ante resultado negativo de 1,5 bilhão de euros (R$ 8,66 bilhões) um ano antes.
A divisão Crop Science registrou vendas de 7,6 bilhões de euros (R$ 43,68 bilhões), com crescimento de 7% em bases ajustadas por câmbio e portfólio. O desempenho foi impulsionado principalmente pela área de Seeds & Traits, que avançou 18%.
Segundo a companhia, o segmento de sementes de soja teve expansão de 106%, beneficiado por um acordo de licenciamento estimado em cerca de 450 milhões de euros (R$ 2,60 bilhões) e pela recuperação de preços ligada ao dicamba. Já os herbicidas à base de glifosato tiveram queda de 15%, em meio ao adiamento de compras por clientes.
A margem EBITDA da divisão agrícola subiu de 33,7% para 39,9%, favorecida pela combinação de produtos de maior margem e medidas de redução de custos.
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A unidade de Pharmaceuticals reportou receita de 4,2 bilhões de euros (R$ 24,23 bilhões), com retração de 0,5% em bases ajustadas.
A Bayer destacou que o crescimento dos medicamentos Nubeqa e Kerendia, que avançaram respectivamente 57% e 84%, compensou parcialmente a queda de produtos maduros, como Xarelto e Eylea.
As vendas do Xarelto caíram 40%, para 364 milhões de euros (R$ 2,10 bilhões), enquanto o Eylea recuou 21%, para 623 milhões de euros (R$ 3,59 bilhões), pressionado pela entrada de biossimilares no mercado.
A margem EBITDA antes de itens especiais da divisão farmacêutica caiu levemente, de 29,5% para 29,2%, refletindo pressões de preços e maiores investimentos em lançamentos e inovação.
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Na divisão Consumer Health, a receita ficou em 1,5 bilhão de euros (R$ 8,66 bilhões), com crescimento de 5% em bases ajustadas.
O desempenho foi puxado pelas categorias de Dermatology e Nutritionals, que avançaram respectivamente 10% e 13%, impulsionadas por produtos como Bepanthen, KangWang e Elevit, especialmente no mercado chinês.
Por outro lado, a área de Digestive Health recuou 4%, impactada pela consolidação de farmácias na China e pela comparação com uma base forte do ano anterior.
A Bayer confirmou sua projeção para 2026 em moedas constantes. A empresa espera receita anual entre 45 bilhões de euros e 47 bilhões de euros (entre R$ 259,65 bilhões e R$ 271,19 bilhões), além de EBITDA antes de itens especiais entre 9,6 bilhões de euros e 10,1 bilhões de euros (entre R$ 55,39 bilhões e R$ 58,28 bilhões).
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A companhia também reiterou expectativa de fluxo de caixa livre negativo entre 2,5 bilhões de euros e 1,5 bilhão de euros (entre R$ 14,43 bilhões negativos e R$ 8,66 bilhões negativos), considerando pagamentos relacionados a litígios estimados em cerca de 5 bilhões de euros (R$ 28,85 bilhões) ao longo do ano.
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