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Caso Master: STF mantém prisão de ex-presidente do BRB em meio a tratativas sobre delação premiada
Publicado 25/04/2026 • 13:31 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 25/04/2026 • 13:31 | Atualizado há 5 meses
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Foto: Flickr
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu manter, na sexta-feira (24), a prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). A decisão foi tomada em plenário virtual e o placar ficou em 4 a 0.
A medida acontece enquanto Costa está em negociações para fechar um acordo de delação premiada e pode ser transferido da Papuda para a Superintendência da PF, em Brasília, caso as autoridades entendam necessário.
Leia também: BRB não comunicou o Banco Central sobre venda de R$ 20 bilhões em ativos do Master
Costa está preso desde 16 de abril, quando foi detido durante a quarta fase da Operação Compliance, da Polícia Federal. As investigações apuram fraudes no Banco Master e uma tentativa de compra da instituição pelo Banco de Brasília.
Segundo a PF, o ex-presidente do BRB teria combinado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em propina, repassados por meio de imóveis.
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Siga o Times | CNBCVotaram pela manutenção da prisão os ministros André Mendonça, relator do caso, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes. O ministro Dias Toffoli, também integrante da turma, declarou-se suspeito e ficou de fora do julgamento.
Leia também: Caso BRB: quais são os nomes envolvidos no esquema
A situação de Toffoli no caso é delicada: ele deixou a relatoria do inquérito após a PF informar ao presidente do STF, Edson Fachin, que o nome do ministro aparece em mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Toffoli é sócio do resort Tayayá, no Paraná, empreendimento adquirido por um fundo de investimentos ligado ao Master e também investigado.
O advogado Daniel Monteiro, outro alvo da operação, também continuará preso, mas em regime domiciliar com tornozeleira eletrônica, posição defendida por Gilmar Mendes, que divergiu parcialmente dos colegas neste ponto. O placar no caso de Monteiro foi de 3 a 1.
Leia também: Do aporte bilionário à prisão: os principais pontos do caso BRB e Banco Master
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