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EXCLUSIVO CNBC: BP troca CEO pela quarta vez em seis anos em meio à alta das commodities
Publicado 01/04/2026 • 20:41 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 01/04/2026 • 20:41 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
A chegada de Meg O’Neill ao comando da BP ocorre em um momento em que a valorização das commodities pode oferecer o suporte financeiro necessário para a reestruturação da companhia, afirmou Henry Tarr, analista de ações da Berenberg, em uma análise para a CNBC.
O principal desafio da nova executiva será o gerenciamento do balanço patrimonial, visto que a empresa carrega um endividamento elevado. “A BP tem uma grande dívida e um programa de desinvestimento para vender US$ 20 bilhões (R$ 107,6 bilhões) em ativos nos próximos anos. Cada dólar extra no preço do petróleo ajudará a BP a ganhar cerca de US$ 3,5 bilhões (R$ 18,83 bilhões), o que, somado às fortes margens de refino, dará a Meg um bônus estratégico para acelerar a melhoria do balanço”, destacou.
A estratégia da nova gestão deve focar no retorno sobre o capital, corrigindo o que analistas veem como erros em investimentos anteriores em energias renováveis. “Historicamente, a BP investiu muito dinheiro em projetos de baixo retorno no pico do ciclo de renováveis, pagando prêmios onde não deveria. Meg, que já demonstrava foco aguçado em retornos na Woodside, deve terminar o trabalho de reverter essas posições, focando puramente em ativos de petróleo e gás que tragam melhor valor”, pontuou.
Diferente de concorrentes como a Total, que mantém a construção de negócios em transição, a BP parece caminhar para se tornar uma operação mais concentrada em hidrocarbonetos sob a nova liderança. “A estratégia comunicada por Meg e pelo presidente Albert Manifold é de uma BP mais simples, enxuta e lucrativa. O objetivo é vender ativos não essenciais e focar no que fazem de melhor: encontrar e desenvolver petróleo e gás a custos atraentes para gerar bons retornos aos acionistas”.
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