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EXCLUSIVO: Grupo Porte estreia para conectar o eixo Faria Lima a acionistas, CEOs e famílias empresárias de diferentes estados
Publicado 14/04/2026 • 17:37 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 14/04/2026 • 17:37 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O Porte, novo grupo privado voltado a acionistas, CEOs e famílias empresárias, estreia nesta quarta-feira (15) com a proposta de reunir lideranças de diferentes regiões do país em encontros estratégicos e restritos.
Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, o CEO e fundador do Porte, André Farias, afirmou que a iniciativa nasce com o objetivo de aproximar empresas de fora do eixo tradicional da Faria Lima de grandes grupos brasileiros, em um ambiente mais reservado e voltado à construção de relações de longo prazo.
“O Porte inicia a partir de amanhã com Nizan Guanaes na residência de um grande empresário brasileiro, recebendo 80 acionistas e presidentes de grandes empresas do Brasil”, disse.
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Segundo Farias, o grupo quer funcionar como uma ponte entre a capital econômica do país e famílias empresárias de diferentes estados, com presença de companhias do Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
“A gente amanhã vai ter um retrato de 10 estados do país, em um único jantar, para 80 pessoas”, afirmou.
De acordo com o executivo, a proposta não é atuar como think tank, entidade de classe ou grupo de articulação político-empresarial. A ideia, segundo ele, é formar uma rede privada, com discussões reservadas e curadoria rigorosa.
“O Porte não é um think tank. O Porte não é um grupo de união política e empresarial. E o Porte também não é uma entidade de classe. É um grupo privado unindo famílias e empresas inspiradoras 100% na discussão privada”, disse.
Farias afirmou que identificou uma lacuna no mercado ao perceber que muitas famílias empresárias relevantes de estados como Minas Gerais, Goiás, Paraná, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Sul participavam apenas de eventos pontuais em São Paulo, sem uma agenda social empresarial mais contínua e estruturada.
Na avaliação dele, faltava um espaço que reunisse fundadores, herdeiros já em posição de conselho e presidentes de grandes grupos em um ambiente mais informal, mas ainda institucionalmente seguro.
“Eu senti a falta de um mix de fundadores, filhos que estavam herdando e já assumindo posição de conselho, presidentes de grandes grupos que pudessem dialogar de uma maneira mais informal, mesmo que institucional”, afirmou.
O fundador do Porte também disse que a curadoria é um dos pilares da iniciativa e envolve critérios como reputação, histórico empresarial e segurança institucional. Segundo ele, a estrutura conta com um comitê estratégico formado por mais de 20 embaixadores.
“A curadoria disso é muito complexa”, disse. “Eu tenho um comitê estratégico com mais de 20 embaixadores.”
Entre os nomes citados por ele estão Caco Bauducco, Virgílio Bulhões, Wilson Ferreira Júnior, Claudio Lottenberg e Natalie Klein, além de representantes de diferentes gerações, setores e perfis empresariais.
Farias afirmou ainda que o grupo terá uma frente específica no Nordeste, chamada Porte Nordeste, com base em Recife e eventos previstos também em cidades como Salvador e Fortaleza. Segundo ele, a proposta é trabalhar com até 80 empresas na região e até 70 membros em São Paulo.
Além dos encontros de networking, o executivo indicou que o projeto prevê uma segunda fase voltada à construção de oportunidades de negócio entre os participantes, embora sem detalhar essa etapa.
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“Tem uma segunda fase da empresa que envolve também a construção de negócios dentro do grupo de uma forma segura, coesa e institucionalmente clara para os membros”, disse.
Ele também afirmou que o Porte organizará viagens e missões internacionais para famílias empresárias. Uma delas, segundo ele, já está prevista para Bordeaux, na França, com participação de 10 famílias confirmadas e encontros com produtores de vinho da região.
“Eu vislumbrei a oportunidade de ocupar um nicho muito específico que nenhum outro player estava ocupando”, concluiu.
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