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Quantas lojas o Grupo Mateus tem pelo Brasil? Descubra
Publicado 24/11/2025 • 21:34 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 24/11/2025 • 21:34 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O Grupo Mateus opera uma das maiores redes de varejo do norte e nordeste, com distribuição de unidades em nove estados brasileiros e presença dominante no Maranhão, Pará e Ceará.
A companhia enfrenta pressão do mercado após revelar um erro de R$ 1,1 bilhão na avaliação de estoques de 2024, o que reacendeu debates sobre governança e controle operacional. O erro é decorrente de falhas nos cálculos do custo médio das mercadorias vendidas (CMMV).
Segundo o Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, o caso fez despencar as ações do grupo em 14% (redução de R$ 1,9 bilhão no valor de mercado).
Segundo o relatório, do final do terceiro trimestre de 2025, o total é 306 lojas com a adição das 36 unidades do Novo Atacarejo e abertura de 3 lojas de varejo alimentar. As redes estão distribuídas pelo Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagoas e Paraíba, apoiadas por 19 centros de distribuição.
No terceiro trimestre do ano, a receita líquida avançou 29%, para R$ 10,7 bilhões, impulsionada pela aquisição do Novo Atacarejo. O lucro líquido alcançou R$ 509 milhões e as vendas em mesmas lojas (SSS) aumentaram 3,5%.
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O relatório de resultados da companhia identificou um erro de R$ 1,1 bilhão na avaliação dos estoques, provocado por falhas nos cálculos do custo médio das mercadorias vendidas. A revisão contábil derrubou o patrimônio líquido para R$ 9,1 bilhões, após redução de quase R$ 695 milhões.
A falha, associada à superavaliação das mercadorias, também provocou queda de 14% nas ações da varejista, equivalente à perda de R$ 1,9 bilhão em valor de mercado. Analistas apontam que o ritmo acelerado de expansão pode ter pressionado a capacidade de supervisão operacional.
Auditorias externas reforçaram preocupações sobre controles internos. Em 2020, a Grant Thornton registrou 42 pontos de atenção que desapareceram dos relatórios posteriores. A chegada da Forvis Mazars em 2025 reacendeu o debate sobre a eficiência do monitoramento contábil.
O caso do Grupo Mateus expôs fragilidades na gestão de inventários, cuja apuração esporádica dificultou a identificação dos desvios. A empresa reconheceu a necessidade de ajustes e comunicou que revisa processos internos para reduzir riscos futuros.
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