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Haddad diz que caso do Banco Master pode ser a maior fraude bancária da história
Publicado 13/01/2026 • 13:42 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/01/2026 • 13:42 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em uma coletiva de imprensa hoje (13) que as investigações envolvendo o Banco Master exigem cautela máxima e articulação institucional diante da possibilidade de se tratar da maior fraude bancária já registrada no país.
Para falar sobre o tema, o ministro comentou o andamento das apurações, o papel do Banco Central, do TCU e o impacto do envolvimento de influenciadores no caso. “Eu tenho falado com o presidente do Banco Central quase diariamente, dando todo o respaldo institucional da Fazenda para o Banco Central”, disse Haddad.
Segundo ele, o trabalho é conjunto porque há conexões em apuração que envolvem diretamente a Fazenda, especialmente na relação entre o caso do Banco Master e outras frentes investigativas em curso.
Haddad afirmou que mantém diálogo frequente com o Tribunal de Contas da União e destacou que há convergência entre os órgãos para garantir transparência, apuração de responsabilidades e eventual ressarcimento de prejuízos.
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Ele ressaltou que o objetivo central é assegurar que o país conheça a verdade, com respeito às formalidades legais e ao direito de defesa.
“Nós podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país e temos que tomar todas as cautelas devidas”, afirmou o ministro. Segundo ele, a gravidade do caso exige firmeza na defesa do interesse público, sem abrir mão do devido processo legal, justamente pela dimensão potencial dos danos causados ao sistema financeiro.
O ministro explicou que o caso envolve interesse público direto porque o Fundo Garantidor de Créditos, apesar de ser considerado privado, é capitalizado em parte por bancos públicos.
Haddad destacou que Banco do Brasil e Caixa respondem por cerca de um terço da capitalização do fundo, o que amplia a relevância institucional do episódio.
Leia também: Banco Master: demora do FGC nos pagamentos é irregular pela lei? Entenda
O ministro Fernando Haddad afirmou estar confiante no trabalho técnico do Banco Central e criticou o uso de influenciadores pagos para disseminar desinformação. Segundo ele, campanhas financiadas com recursos de origem ilícita buscam confundir a opinião pública e desviar o foco das investigações, agravando a gravidade do caso ao combinar possíveis crimes financeiros com fake news.
Segundo Haddad, o enfrentamento à desinformação passa pela exposição clara dos dados e pelo trabalho coordenado entre governo, órgãos de controle e imprensa profissional. Ele avaliou que informar corretamente a sociedade é fundamental para evitar que interesses ilegais se sobreponham ao interesse público.
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