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Heineken sobe 4% após anunciar corte de até 6 mil empregos na Europa
Publicado 11/02/2026 • 07:05 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/02/2026 • 07:05 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação
A Heineken Spin é baseada em quatro pilares estratégicos: agricultura regenerativa, circularidade do vidro, energia renovável e marcas de impacto
As ações da Heineken avançavam cerca de 4% nesta quarta-feira (11), na bolsa de Amsterdã, após a empresa anunciar um plano para cortar entre 5 mil e 6 mil empregos nos próximos dois anos. O movimento ocorre em meio a um dia de queda nas bolsas europeias, pressionadas por uma nova rodada de balanços corporativos.
Por volta das 9h30 em Londres, o índice Stoxx 600 recuava 0,2%, com a maioria das principais bolsas no campo negativo. O FTSE 100, do Reino Unido, destoava e subia 0,3%, apoiado por ações de mineração e energia.
A Heineken informou que a redução de postos faz parte de uma estratégia de reestruturação para acelerar o crescimento até 2030. A companhia citou “condições desafiadoras de mercado” ao detalhar o plano.
O volume total de produção caiu 1,2% ao longo de 2025, enquanto o lucro operacional avançou 4,4% na comparação anual. Para 2026, a empresa projeta crescimento do lucro operacional entre 2% e 6%.
O anúncio foi bem recebido pelo mercado, impulsionando os papéis da Heineken nas primeiras horas de negociação.

Além da Heineken, investidores acompanham resultados de empresas como TotalEnergies e Ferrari.
Na França, as ações da Dassault Systèmes despencaram quase 20% após a empresa divulgar receita anual de 6,24 bilhões de euros, abaixo das expectativas do mercado. A receita de software também mostrou crescimento limitado, somando 5,64 bilhões de euros.
Leia também: TIM: lucro líquido cresce 27,9% no 4º trimestre
Em contrapartida, a Siemens Energy reportou lucro líquido trimestral de 746 milhões de euros, quase o triplo do registrado no mesmo período do ano anterior. A expansão de data centers impulsionou a demanda, levando os pedidos a nível recorde. As ações subiram mais de 5% em Frankfurt.
Já o banco alemão Commerzbank anunciou lucro operacional recorde de 4,5 bilhões de euros em 2025. O lucro líquido atingiu 2,6 bilhões de euros, acima da meta de 2,5 bilhões. Ainda assim, as ações recuavam cerca de 4%.
Além do plano da Heineken, investidores monitoram a situação da Lufthansa, cujas ações caíam após a convocação de uma greve de pilotos marcada para quinta-feira, em meio a disputas sobre pensões.
No exterior, o mercado também aguarda a divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos, dado que pode influenciar o apetite por risco global ao longo do dia.
A combinação entre reestruturação da Heineken, volatilidade nos balanços e indicadores macro mantém o investidor atento ao desempenho das ações europeias nesta sessão.
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