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Preço dos imóveis residenciais avança em janeiro, mas mostra desaceleração em 2026
Publicado 03/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 03/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: Freepik
Preços dos imóveis residenciais sobem em 2025; confira as capitais mais caras
O preço dos imóveis residenciais no Brasil avançou 0,20% em janeiro, segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial. O resultado marcou a menor variação mensal desde março de 2021 e sinaliza desaceleração no ritmo de alta dos preços no início de 2026.
Com o resultado de janeiro, o índice acumula alta de 0,20% no ano e avanço de 6,12% nos últimos 12 meses. No mesmo período, a inflação oficial ficou em 4,31%, indicando valorização real dos imóveis residenciais.

O preço médio nacional de venda atingiu R$ 9.642 por metro quadrado. Entre os tipos de imóveis analisados, unidades com um dormitório apresentaram os maiores valores médios, enquanto imóveis de dois dormitórios registraram os menores preços.
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Entre as capitais monitoradas, Vitória apresentou o maior preço médio de imóveis residenciais, com R$ 14.253 por metro quadrado. Na sequência aparecem Florianópolis, com R$ 12.864/m², e São Paulo, com R$ 11.915/m².
Na outra ponta do ranking, capitais como Aracaju, Teresina e Natal registraram os menores valores médios do país. Municípios do litoral catarinense também figuraram entre os mercados mais valorizados.
O comportamento dos imóveis residenciais foi heterogêneo em janeiro. Belém registrou a maior alta mensal, com avanço de 2,19%, enquanto São Luís apresentou queda de 1,02%.
Em São Paulo, maior mercado imobiliário do país, os preços subiram 0,15% no mês. Capitais como Natal, Manaus e Fortaleza também apresentaram variações positivas acima da média nacional.
Na variação acumulada em 12 meses, capitais como João Pessoa, Belém e Vitória lideraram os aumentos, com altas superiores a 13%. Apesar da desaceleração recente, os preços de imóveis residenciais seguem avançando acima da inflação em boa parte do país.
O resultado de janeiro sugere um movimento de acomodação após um período prolongado de valorização observado nos últimos anos.
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