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Em crescimento acelerado, indústria do cinema adulto cria entidade para profissionalizar o mercado no Brasil
Publicado 07/10/2025 • 07:39 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 07/10/2025 • 07:39 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Por trás das câmeras, telas e plataformas que movimentam milhões de visualizações, existe uma cadeia de profissionais que atua sem regras claras, sem estatísticas e, em muitos casos, sem reconhecimento. Produtores, intérpretes, programadores, fotógrafos e empresas de tecnologia compõem um mercado que cresce em ritmo acelerado, mas segue invisível para o Estado e para a maior parte da sociedade.
Dessa realidade nasceu a Associação Brasileira da Indústria e Profissionais do Entretenimento Adulto (ABIPEA). Criada em 5 de setembro, a entidade tem a proposta de organizar e representar institucionalmente o setor de entretenimento +18 no Brasil, promovendo profissionalização, transparência e diálogo com o poder público.
“A ABIPEA simboliza o fim do amadorismo e da desarticulação. Representa o início de um movimento estruturado e transparente, que busca dignidade e respeito aos profissionais do entretenimento adulto”, afirmou Paula Aguiar, publicitária, escritora e ex-presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME), eleita presidente da nova associação por aclamação.
Segundo a entidade, estatuto foi aprovado por unanimidade, definindo a associação como uma organização civil sem fins lucrativos. Entre as primeiras medidas está a adequação das empresas à Lei nº 15.211/2025, originada do PL 2.628/2022 (ECA Digital), que determina regras de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital.
A lei impõe medidas de verificação de idade, prevenção por design e supervisão familiar, exigindo que plataformas e serviços online adotem mecanismos tecnológicos de controle.
Como complemento, a ABIPEA adotará a meta tag “Restricted to Adults” (RTA) como padrão de responsabilidade digital, reforçando o compromisso com boas práticas no setor.
A associação prepara também o 1º Censo Nacional do Entretenimento Adulto, previsto para 2026, que pretende mapear o tamanho real da indústria no país. O levantamento vai identificar empresas, plataformas, produtoras, marcas e aplicativos que fazem parte da cadeia, além de avaliar seu impacto econômico e cultural.
A ABIPEA também vai certificar associados, com foco em ética, credibilidade e conformidade, criando um selo de confiança para o mercado. O portal oficial servirá como centro de comunicação, reunindo cursos de capacitação, suporte jurídico e psicológico, além de eventos de profissionalização.
A entidade também visa representar criadores de conteúdo, estúdios, plataformas digitais, atores, fotógrafos, agências e empresas de tecnologia — uma cadeia produtiva que emprega milhares de pessoas e movimenta parte expressiva da economia criativa.
O objetivo é fortalecer o diálogo institucional, lutar por regulamentações justas e garantir reconhecimento público a uma indústria que já existe, mas ainda carece de políticas e estrutura.
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