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Accelerate IBM: Crescimento, segurança e I.A. impulsionam avanço da nuvem híbrida
Publicado 20/05/2026 • 12:10 | Atualizado há 14 minutos
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Publicado 20/05/2026 • 12:10 | Atualizado há 14 minutos
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O Accelerate IBM, evento realizado em parceria com a Intel discute em São Paulo o futuro dos negócios. Um dos temas debatidos foi a adoção da nuvem híbrida, que deixou de ser apenas uma decisão tecnológica para se tornar uma estratégia de negócio. Este tópico foi abordado em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, com Wagner Hiendlmayer, fundador e sócio da Heimer.
Wagner destacou que os benefícios da implementação da nuvem híbrida são muitos, mas que o desenvolvimento da infraestrutura precisa ser planejado de forma estratégica e alinhada às necessidades de cada organização. “A nuvem híbrida ela precisa ser proposital.”, afirmou.
De acordo com o executivo, a evolução tecnológica fez com que empresas passassem a conviver com aplicações desenvolvidas em períodos diferentes, com tecnologias distintas. Inicialmente, o movimento de migração ocorreu a partir de estruturas locais (on-premises) para a nuvem e, posteriormente, para ambientes multicloud. Porém, em muitos casos, esse processo aconteceu sem planejamento adequado.
“Se você pegar o grande número de empresas que trabalham hoje numa estrutura híbrida, ela aconteceu por acidente”, disse. Para o executivo, esse modelo, quando implementado de forma desorganizada, acabou criando novos desafios para as companhias. “Esse movimento inicial que aconteceu de uma forma um pouco mais desorganizada, ele criou mais problemas do que solução”, afirmou.
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Ele explicou que, para extrair benefícios reais de uma arquitetura híbrida, as empresas precisam mapear suas aplicações e avaliar quais sistemas devem permanecer em estruturas legadas e quais precisam ser modernizados.
Como exemplo, o executivo citou instituições financeiras que ainda operam sistemas desenvolvidos há décadas. “Nós temos clientes hoje que são instituições financeiras que operam com soluções de 30 anos”, disse. Segundo ele, nem sempre a modernização é a alternativa mais eficiente. Ao mesmo tempo, essas estruturas convivem com novas demandas relacionadas à inteligência artificial, soluções móveis e aplicações digitais. “Eu preciso de soluções mobile, eu tenho muita I.A. embarcada e que interage com todas essas aplicações”, disse.
Para o executivo, a principal função da nuvem híbrida é justamente permitir a integração desses diferentes ambientes tecnológicos, garantindo flexibilidade e eficiência operacional para as empresas.
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