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Petrobras reforça que aquisição na Namíbia ainda depende de aprovação do governo
Publicado 09/02/2026 • 13:27 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/02/2026 • 13:27 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Refinaria Duque de Caxias (RJ).
© André Motta de Souza / Agência Petrobras
A Petrobras esclareceu nesta segunda-feira (9) que a aquisição de 42,5% do bloco 2613, na Namíbia, em parceria com a TotalEnergies, que comprou o mesmo porcentual no ativo, está condicionada ao cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis, como informou a estatal em comunicado na sexta-feira (6).
Pelo negócio anunciado na semana passada, o consórcio do bloco 2613 passa a ser composto por Petrobras (42,5%), TotalEnergies (42,5%), Eight (5%) e a Namcor Exploration and Production (PTY) Ltd – empresa estatal detida pelo Governo da Namíbia (10%).
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Segundo a Reuters publicou também no dia 6, o governo da Namíbia não reconhecerá a compra da licença de exploração até que as petrolíferas sigam o processo legal de aprovação.
“Nesse sentido, a Petrobras observa que a transação permanece sujeita aos processos de aprovação relevantes e avançará de acordo com a legislação e os requisitos regulatórios da Namíbia” explicou a Petrobras em nota nesta segunda-feira.
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Segundo a Petrobras, o bloco está localizado na bacia de Lüderitz e cobre uma área de cerca de 11 mil km² na costa da Namíbia.
“A transação observou todos os trâmites de governança corporativa da companhia e está em conformidade com o Plano de Negócios 2026-2030”, destacou a empresa na semana passada.
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