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Empresas terão que integrar balanços e relatórios de sustentabilidade a partir de 2026; veja o que muda
Publicado 02/10/2025 • 09:47 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 02/10/2025 • 09:47 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A partir de 2026, todas as companhias abertas com ações negociadas no Brasil terão de divulgar, junto às demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade alinhados às normas CBPS 1 e CBPS 2, equivalentes aos padrões internacionais IFRS S1 e IFRS S2.
As novas regras exigem que as empresas integrem dados financeiros e ambientais, incluindo riscos e oportunidades climáticas, metas e métricas de emissões de gases de efeito estufa (GEE), estratégias de transição para economia de baixo carbono e governança relacionada ao tema. A primeira entrega será em 2027, com informações referentes ao exercício de 2026.
A Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI) participou da construção das diretrizes por meio do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS). Para o diretor-presidente da instituição, Welington Rocha, a medida reforça a transparência no mercado de capitais e permite que investidores tenham acesso a dados comparáveis internacionalmente.
A mineradora Vale é a primeira companhia brasileira – e uma das primeiras no mundo – a adotar voluntariamente as novas normas, dois anos antes da obrigatoriedade. No relatório inaugural, a mineradora informou investimentos de R$ 7,4 bilhões em iniciativas de descarbonização desde 2020, sendo R$ 1,38 bilhão em 2024.
A empresa também estabeleceu metas de reduzir emissões absolutas de Escopos 1 e 2 em 33% até 2030 (base 2017), diminuir em 15% as emissões líquidas de Escopo 3 até 2035 e zerar emissões líquidas até 2050.
As normas CBPS 1 e CBPS 2 determinam que, a partir de 2026, os relatórios de sustentabilidade incluam:
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