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‘Agentic Commerce’: Big Techs entrarão no jogo pra valer, diz Willian Valiante
Publicado 10/02/2026 • 22:34 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 10/02/2026 • 22:34 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
A próxima grande mudança que deve evidenciar a força do fenômeno global do Agentic Commerce será a entrada “pra valer” das Big Techs neste jogo. A previsão é de Willian Valiante, sócio líder de varejo da EY na América Latina e notável colaborador da Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
O conceito de Agentic Commerce (ou Comércio Agêntico) representa a próxima grande evolução do e-commerce, em que a jornada de compra deixa de ser liderada por humanos clicando em telas e passa a ser executada por agentes de Inteligência Artificial autônomos. Nesse modelo, o consumidor não “navega” mais por sites; ele delega uma intenção ou objetivo a um assistente digital (agente) que tem autonomia para pesquisar, comparar, negociar e finalizar a transação sozinho.
“O que muda de forma dramática agora é que as Big Techs entram no jogo com seus próprios agentes, e que têm massa de milhares de usuários”, disse Valiante durante participação no programa Radar desta terça-feira (10). “ChatGPT, Gemini do Google e outros começam agora a realmente entrar no jogo. Ao invés de só o buscador resolver a sua busca, eles (agentes) resolvem tudo e entregam o produto na sua casa”, aposta.
Leia também: E-commerce no Brasil cresce com força e acirra disputa entre marketplaces
E se a busca por produtos ou serviços deixa de ser feita da forma tradicional, a lógica de organização do varejo digital também muda, principalmente com “atributos de produto”, aponta o notável. “Se antes se cadastrava uma camisa com dois, três atributos — cor, tamanho e estampa — agora há também atributos sociais: o quanto esse produto está sendo comentado em mídias sociais, quantas pessoas gostam ou não gostam, onde ele está sendo utilizado”, explica.
Valiante explica que o fenômeno do Agentic Commerce já está ultrapassando os limites do “consumidor final” e chegando também a quem lida dentro do varejo. “Muitos varejistas têm ferramentas para identificar por onde chega o cliente numa jornada digital. Mesmo que não seja para comprar, mas para capturar a informação, e as empresas vão usar isso a seu favor”, ressalta.
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