Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
E-commerce no Brasil cresce com força e acirra disputa entre marketplaces
Publicado 25/12/2025 • 19:06 | Atualizado há 5 meses
Ações de Boeing, veículos elétricos e chips ficam no radar durante negociações entre Trump e Xi
CEO da Allegiant defende modelo de baixo custo após conclusão da compra da Sun Country
SoftBank registra ganho de US$ 46 bilhões com aposta bilionária na OpenAI
Ações da Cisco disparam 17% após salto em pedidos de IA, apesar de corte de 4 mil empregos
CEO da Nvidia se junta à viagem de Trump à China após ligação do presidente dos EUA
Publicado 25/12/2025 • 19:06 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O comércio eletrônico no Brasil cresce em ritmo acelerado desde 2018, impulsionado pela transformação digital e pela mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais atento a cupons, promoções e datas estratégicas para garantir o melhor preço. Em conteúdo Originais Times – Exclusivo CNBC, veja como esse mercado vem crescendo com força.
Em um mercado altamente competitivo, essa lógica vale tanto para os clientes quanto para as empresas, especialmente dentro dos marketplaces, que concentram a maior fatia das vendas online no país. Hoje, a disputa está fortemente concentrada em poucos grandes players, com Mercado Livre, Shopee, Magalu e Amazon liderando a corrida, enquanto plataformas emergentes também começam a ganhar espaço.
Entre os principais nomes do setor, o Magalu se destaca como um grande ecossistema digital brasileiro. Fundada nos anos 1950 como uma loja de presentes no interior de São Paulo, a empresa registrou R$ 31 bilhões em vendas totais no primeiro semestre de 2025, sendo cerca de R$ 21 bilhões vindos do e-commerce.
Já o Mercado Livre, de origem argentina, atua como marketplace e fintech em toda a América Latina e alcançou US$ 12 bilhões em receita entre janeiro e junho, com US$ 7 bilhões provenientes das vendas online, incluindo juros de crédito. A Amazon, companhia norte-americana criada por Jeff Bezos, soma operações de e-commerce, tecnologia e streaming, com vendas líquidas globais superiores a US$ 320 bilhões no primeiro semestre, enquanto a Shopee, de Singapura, apesar de não divulgar resultados financeiros, consolidou o Brasil como um mercado estratégico desde sua chegada em 2019.
A Shopee tem se diferenciado por uma estratégia agressiva de crescimento, baseada em forte investimento em promoções, datas duplas e expansão da base de vendedores locais. Hoje, mais de um terço da população brasileira acessa o aplicativo mensalmente, atraída por preços competitivos, variedade de produtos e benefícios econômicos.
A plataforma também se beneficia do ambiente favorável ao empreendedorismo no país, que reúne mais de 47 milhões de pessoas envolvidas em negócios formais e informais, o maior patamar dos últimos quatro anos. Para sustentar esse avanço, a empresa investe pesado em logística, com mais de 10 centros de distribuição, cerca de 150 galpões e mais de 25 mil funcionários espalhados pelo Brasil.
Preço, praticidade e pontualidade se consolidam como os três pilares que impulsionam o e-commerce no país. No entanto, o grande desafio das plataformas é crescer de forma sustentável, mantendo a base de clientes ativa, equilibrando gastos com marketing, investimentos em tecnologia e logística, e garantindo eficiência operacional em um cenário de concorrência cada vez mais intensa.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Dívidas dos clubes brasileiros batem R$ 16 bilhões em 2025; veja ranking
2
Linha do tempo: como os sócios da Naskar abandonaram a sede e sumiram com o dinheiro de investidores
3
BC multa Banco Topázio em R$ 16,2 milhões, veta operações com cripto e põe outras instituições no radar
4
Por que a Enjoei decidiu encerrar a Elo7? Entenda o que levou ao fechamento
5
Rombo contábil de R$ 5 bilhões na Aegea afeta Itaúsa e adia planos de IPO