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App de combate a desperdício ajuda varejistas a lucrar com excedentes do Natal
Publicado 25/01/2026 • 18:45 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 25/01/2026 • 18:45 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Crédito: Jefferson Alcântara
Lucas Infante, CEO da Food To Save, aplicativo de combate ao desperdício de alimentos
O desperdício de alimentos no pós-Natal tem levado grandes varejistas a buscar soluções digitais para reduzir perdas e preservar margens. Um aplicativo focado na venda de excedentes tem ajudado marcas a transformar estoques sazonais em receita adicional.
Durante o Natal, a produção de itens sazonais, como panetones, chocolates e kits presenteáveis, cresce de forma concentrada. Parte desses produtos não é vendida no período e acaba descartada ou liquidada abaixo do custo, pressionando o CMV e a rentabilidade do varejo alimentar.
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Para enfrentar esse cenário, a Food To Save conecta varejistas a consumidores interessados em produtos próximos ao vencimento ou fora do padrão estético. Pelo app, são ofertadas “Sacolas Surpresa”, com itens doces, salgados ou mistos, vendidos com desconto.
O modelo permite reduzir o desperdício, aumentar o giro de estoque e recuperar parte do valor investido na produção.
Marcas como Cacau Show, Dengo Chocolates e Chocolates du Jour aderiram à iniciativa no último Natal.
Neste ano, a startup lançou a campanha “Salvadores de Panetone – Magia que Não Se Desperdiça”, com meta de evitar o descarte de mais de 300 mil panetones e chocotones excedentes.
Desde sua fundação, a Food To Save já gerou mais de R$ 30 milhões em receita incremental para cerca de 12 mil estabelecimentos parceiros. A proposta combina previsibilidade de estoque, giro mais eficiente e comunicação direta com o consumidor.
Segundo Lucas Infante, CEO da empresa, períodos sazonais exigem decisões rápidas e dados precisos. Para ele, o uso de tecnologia permite recuperar CMV e ampliar oportunidades de venda sem ampliar produção.
Além do impacto financeiro, a solução contribui para reduzir o desperdício de alimentos e alinhar produção e consumo. Para o varejo, a estratégia tem se mostrado um caminho para equilibrar margens em datas de alta sazonalidade.
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