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Dr. Inovação: Brasil pode liderar revolução da IA na saúde e se tornar “bola da vez”
Publicado 13/04/2026 • 17:25 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 13/04/2026 • 17:25 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
O avanço da inteligência artificial na saúde está acelerando mudanças profundas no setor e colocando o Brasil em posição de destaque global, segundo o médico e CEO da Horus AI, Pedro Batista, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Para ele, o país reúne condições únicas para liderar essa transformação, impulsionada por dados, tecnologia e interesse internacional.
Durante evento promovido pela Harvard Business Review no Brasil, que reúne especialistas globais da área, Batista destacou que o setor vive um momento de ruptura. “Esse é um dos eventos mais importantes da agenda da saúde brasileira, trazendo nomes da saúde mundial e permitindo entender o que não deu certo lá fora”, afirmou nesta segunda-feira (13), durante sua participação no quadro Dr. Consulta, do jornal Radar, do Times Brasil.
Segundo o executivo, a velocidade das mudanças tecnológicas no setor aumentou drasticamente. “Não tem mais dois ou três anos. Agora a gente fala em meses”, disse, ao comentar a rápida evolução da inteligência artificial aplicada à saúde.
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Ele explicou que a principal transformação está no uso de dados. “Informações que antes estavam guardadas em silos agora começam a ser utilizadas para atuar diretamente com pacientes, inclusive antecipando diagnósticos.”
De acordo com Batista, esse movimento já permite identificar casos antes invisíveis ao sistema. “A gente vai começar a ter antecipação de casos críticos e melhoria da qualidade assistencial”, apontou, destacando que empresas precisarão rever processos rapidamente para se manter competitivas.
O notável do Times Brasil avalia que o Brasil possui um diferencial relevante nesse cenário, especialmente pelo volume e diversidade de dados disponíveis. “O Brasil é a bola da vez”, afirmou.
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Segundo ele, o atraso histórico na digitalização da saúde abriu espaço para inovação. “O sistema de saúde demorou para se atualizar, mas isso cria uma grande margem de exploração de novos modelos”, disse.
Ele também ressaltou o potencial do país para desenvolver soluções próprias. “Quem tiver capacidade de desenvolver software no Brasil vai levar vantagem, porque a nossa população é muito mais heterogênea”, resaltou.
Além do ambiente interno, o Brasil também tem atraído interesse internacional. Batista destacou a presença de uma comitiva com mais de 40 executivos chineses no Rio de Janeiro, voltada a discutir investimentos em tecnologia para saúde.
Segundo ele, o país já é um parceiro estratégico na área de equipamentos. “A China é nossa principal parceira comercial e tem interesse em expandir a oferta de hardware médico, como equipamentos de diagnóstico e cirurgia.”.
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Para o executivo, essa combinação de fatores cria uma oportunidade única. “O que a gente não tinha para produzir, agora vai ter. E o software está na nossa mão”, pontuou.
Batista também destacou que a transformação não é apenas tecnológica, mas estrutural. “O modelo antigo não funciona mais. Operadoras e empresas de saúde precisam mudar completamente a forma de atuação”, afirmou.
Ele avalia que a incorporação da inteligência artificial exigirá maior integração entre dados, processos e atendimento ao paciente. “A gente precisa de empresas cada vez mais inteligentes, com ação prática baseada em dados”, disse.
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Para ele, o momento exige adaptação rápida. “A gente não pode ficar parado. A era digital na saúde avança semana a semana, não mais ano a ano”, concluiu.
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