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Geopolítica agora define também as estratégias da segurança cibernética; entenda
Publicado 16/01/2026 • 16:13 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 16/01/2026 • 16:13 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
“A partir de hoje, a geopolítica é uma característica definidora das estratégias de segurança cibernética”. O diagnóstico, baseado relatório Global Cyber Security Outlook 2026, é do chefe do Departamento de Cibersegurança do Fórum Econômico Mundial, Ekchei Joshi.
O relatório será discutido no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, evento que acontece na segunda-feira (19). Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Joshi comentou os resultados do relatório, apontando que a maioria dos CEOs entrevistados já consideram o cenário geopolítico como uma das novas tendências a se considerar em suas estratégias de segurança cibernética.
“Foi a primeira vez que estabelecemos a conexão entre a geopolítica e o impacto que ela tem no risco cibernético geral. Tenho que dizer que o relatório reúne a noção de que, a partir de hoje, a geopolítica é uma característica definidora das estratégias de segurança cibernética”, afirmou Joshi.
Segundo o relatório, cerca de 66% de todas as organizações estão incluindo o risco geopolítico em suas estratégias de segurança cibernética. “O que gera alguma preocupação é que, olhando globalmente, 31% de todas as organizações demonstram ter pouca confiança na capacidade de seu país em reagir a ameaças de natureza geopolítica.”
O cenário entre os CEOs na América Latina, segundo Joshi, é mais delicado. “Infelizmente, apenas cerca de 13% das organizações confiam na capacidade de sua nação de responder a riscos associados à geopolítica. Esse é um número forte”, aponta. “E se voltarmos a 2022, a Costa Rica sofreu um ataque cibernético realmente impactante. Este é realmente um exemplo de como precisamos fortalecer a infraestrutura essencial, realmente ter as políticas corretas em vigor e garantir que os recursos e capacidades sejam direcionados para a economia ser ciber-resiliente.”
A mensagem central que o Fórum em Davos pode dar em relação à segurança cibernética, aponta Joshi, é a cooperação. “A grande ideia é que, se considerarmos a internet, ela é inerentemente conectada. E, portanto, os riscos são bastante uniformes entre as geografias. Há variações, mas em geral o cenário de risco afeta praticamente todas as geografias da mesma forma”, explica. “A segurança cibernética é, portanto, uma área em que a colaboração não é apenas viável, mas também potente. Como o ciberespaço não tem fronteiras, nossa melhor chance de sucesso é cooperar extensivamente uns com os outros.”
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