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Negócios em Jogo: Guerra no Oriente Médio pressiona indústria esportiva
Publicado 11/03/2026 • 14:04 | Atualizado há 3 meses
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KEY POINTS
A escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã começa a produzir reflexos também na indústria global do esporte. O governo iraniano anunciou nesta quarta-feira (11) que a seleção do país não vai participar da Copa do Mundo de 2026, que vai acontecer nos Estados Unidos, Canadá e México em junho.
Durante o quadro Negócios em Jogo desta quarta-feira (11), o empresário e piloto Cacá Bueno explicou que a situação cria um novo ponto de atenção para a organização do torneio, que será disputado majoritariamente nos Estados Unidos.
Leia também: Copa do Mundo 2026: disputa por ingressos ficou ainda mais acirrada em meio à tensão global; saiba mais
Apesar da tensão diplomática, a posição oficial é de que o torneio será realizado normalmente. “A FIFA já garantiu que a Copa vai acontecer. Ela é grande demais para parar. Os Estados Unidos também disseram que não haveria problema para os jogadores iranianos entrarem com vistos especiais”, disse.
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A indústria esportiva já começa a sentir reflexos da crise. Bueno citou o impacto no valor de mercado da Liberty Media, empresa que controla a Fórmula 1. “As ações da Liberty Media caíram cerca de 10%, o que representa uma perda de aproximadamente US$ 2 bilhões em valor de mercado. Isso acontece porque há muitas corridas e investidores do mundo árabe envolvidos no campeonato”, disse.
A própria Fórmula 1 também monitora a situação por causa das etapas programadas no Oriente Médio. O calendário prevê corridas no Bahrein e na Arábia Saudita em abril.
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