Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO CNBC: Os 20 maiores impérios esportivos do mundo já valem US$ 269 bilhões
Publicado 26/06/2026 • 21:40 | Atualizado há 2 meses
Hugging Face procurou Jensen Huang, da Nvidia, semanas antes da aquisição de US$ 12,9 bilhões, diz CEO à CNBC
Putin vê “possibilidade” de paz com a Ucrânia; chefe da Otan alerta que Rússia está se tornando “cada vez mais imprudente”
Riscos ocultos da China surgem em meio ao boom de bilhões de dólares dos data centers de I.A nos EUA
EXCLUSIVO CNBC: Secretário de Energia dos EUA afirma que Irã está perdendo capacidade de pressionar mercado de petróleo
Ações da Snowflake disparam 22% graças a resultados positivos e impulso na programação de IA
Publicado 26/06/2026 • 21:40 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O esporte segue se consolidando como um dos setores mais valiosos da economia global. Um ranking da CNBC mostra que os 20 maiores impérios esportivos do mundo somam US$ 269 bilhões (cerca de R$ 1,39 trilhão, na cotação atual) em valor de mercado, um crescimento de 20% em relação ao ano passado.
Na liderança aparece a Kroenke Sports & Entertainment, avaliada em US$ 26 bilhões (cerca de R$ 134 bilhões). O grupo controla franquias como Los Angeles Rams, da NFL, Denver Nuggets, da NBA, Colorado Avalanche, da NHL, e o Arsenal, da Premier League, além de administrar arenas e empreendimentos imobiliários ligados ao esporte.
Completam as primeiras posições do ranking a Jonny’s Family, avaliada em US$ 17,6 bilhões (cerca de R$ 91 bilhões), e a Harris Blitzer Sports & Entertainment, com US$ 16,9 bilhões (cerca de R$ 87,5 bilhões).
Também figuram entre os maiores conglomerados esportivos do mundo a Fenway Sports Group, a Madison Square Garden Sports, Stephen Ross, Rogers Communications, TWG Global, AID Worldwide e o grupo controlador do Golden State Warriors.
O crescimento desses conglomerados reflete uma estratégia que vai muito além da aquisição de clubes e franquias esportivas. Os grupos ampliam receitas por meio de investimentos em mídia, entretenimento, imóveis e gestão de arenas, reduzindo a dependência dos resultados dentro de campo.
Em entrevista à CNBC, o repórter esportivo Michael Ozanian destacou que o valor mínimo para integrar o ranking também aumentou de forma significativa.
“O valor mínimo só para conseguir entrar na lista deste ano é de US$ 9 bilhões, contra US$ 7,65 bilhões no ano passado”, afirmou.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia mais:
Rafael Nadal revela planos após aposentadoria do tênis e destaca expansão de rede de academias
SAF do Botafogo vive impasse: saiba o que pode mudar com a saída de John Textor
Segundo Ozanian, a valorização não está restrita às principais ligas dos Estados Unidos.
“Não estamos falando apenas da NFL ou da NBA. Estamos vendo isso no hóquei feminino, no golfe e também no automobilismo. É algo que está acontecendo em todo o setor”, disse.
Para o jornalista, um dos principais exemplos é a Kroenke Sports & Entertainment. Além de controlar equipes de diferentes modalidades, o grupo construiu parte de seu patrimônio com empreendimentos imobiliários ao redor dos estádios e arenas.
“O retorno financeiro obtido com outros eventos realizados nesses locais ajuda demais”, explicou.
A tendência é que os maiores grupos esportivos continuem ampliando seu valor à medida que transformam arenas, direitos de mídia e empreendimentos imobiliários em importantes fontes de receita, consolidando o esporte como um dos negócios mais lucrativos do mundo.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente