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Quanto vale o caos? Woodstock 99 lucrou milhões apesar da destruição
Publicado 25/01/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 25/01/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Divulgação
O festival Woodstock 99, realizado entre 22 e 25 de julho de 1999, em uma antiga base aérea em Rome, Nova York, entrou para a história como um dos eventos mais controversos e caóticos, simbolizando um distanciamento completo do espírito de paz e amor que caracterizou o original Woodstock de 1969.
O festival foi planejado para celebrar o 30º aniversário do Woodstock original, e suas expectativas eram grandiosas. A organização esperava reviver o legado cultural daquele evento histórico, reunindo novamente uma geração de jovens que buscava uma experiência única.
Para tanto, o evento contou com a participação de mais de 220 mil pessoas, um número significativo que, no entanto, trouxe consigo desafios estruturais imensos. Ao contrário da versão original, que aconteceu em um campo aberto no estado de Nova York, Woodstock 99 foi realizado em uma base militar desativada, sem a infraestrutura necessária para receber uma multidão dessa magnitude.
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O evento foi ambientado em um cenário de calor extremo, com temperaturas que ultrapassaram os 40°C durante o dia, sem sombra e com uma infraestrutura inadequada para o grande número de pessoas presentes. A falta de sombra e a escassez de água potável tornaram as condições ainda mais difíceis.
Para agravar ainda mais, o festival foi marcado por uma precária rede de banheiros, com muitos deles transbordando e a lama contaminada tornando o ambiente insalubre. Isso causou surtos de doenças bacterianas, com casos de diarreia e infecções devido à falta de saneamento básico.
Quando a violência explodiu, a culpa foi jogada nas bandas e em uma parte do público, sendo o Limp Bizkit apontado como o principal catalisador.
Durante a apresentação da música “Break Stuff”, um clássico do grupo, a multidão, já exausta e com a paciência no limite devido às condições insuportáveis do evento, seguiu literalmente o comando da letra para “quebrar coisas”.
Apesar do rastro de destruição que custou milhões de dólares em reparos, o Woodstock 99 foi um empreendimento financeiramente lucrativo para seus promotores.
Com custos de produção estimados em 38 milhões de dólares (aproximadamente R$ 70,3 milhões na conversão de julho de 1999), o festival arrecadou cerca de 60 milhões de dólares (R$ 111 milhões) apenas com a venda de ingressos, garantindo uma margem de lucro de 22 milhões (R$ 40,7 milhões) de dólares aos organizadores.
Esse montante foi inflado por uma exploração comercial agressiva: garrafas de água e pretzels eram vendidos por 4 dólares (R$ 7,40), um valor abusivo para os padrões de 1999, enquanto pizzas individuais chegavam a custar 12 dólares (R$ 22,20).
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